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Especialistas afirmam que Brasil precisa desenvolver programa de educação digital em todo o País
15/05/2026
http://www.jornaldaciencia.org.br/edicoes/?url=http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br
Palestra no São Paulo Innovation Week aborda inclusão e mercado de trabalho, mostrando importância de ampliar o acesso ao letramento e à formação para a tecnologia
Ampliar a inclusão digital no Brasil é uma questão urgente para o mercado. A análise de especialistas no tema é de que é preciso uma política pública em nível nacional para letrar digitalmente a população e oferecer novas oportunidades de trabalho.
“A gente tem de ter o poder público como o grande (vetor de um) programa de educação digital”, afirma Carmela Borst, CEO da SoulCode Academy, que trabalha com a formação de pessoas em vulnerabilidade digital e no letramento em IA. A SoulCode Academy é uma empresa brasileira com foco na qualificação de pessoas “não óbvias”. Ou seja, pessoas negras, que vivem em favelas, LGBTQIA+ e pessoas com deficiência, entre outras.
Mulher negra e mãe, Patricia Toledo Alves se formou em Engenharia de Dados e rompeu o padrão visto entre os profissionais da área. Ela participou da mesa Inclusão Digital e Produtiva: Quem Participa Constrói a Economia Digital, no São Paulo Innovation Week, nesta quarta-feira, 13.
Veja o texto na íntegra: Estadão
O Estado de S. Paulo não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.
Ampliar a inclusão digital no Brasil é uma questão urgente para o mercado. A análise de especialistas no tema é de que é preciso uma política pública em nível nacional para letrar digitalmente a população e oferecer novas oportunidades de trabalho.
“A gente tem de ter o poder público como o grande (vetor de um) programa de educação digital”, afirma Carmela Borst, CEO da SoulCode Academy, que trabalha com a formação de pessoas em vulnerabilidade digital e no letramento em IA. A SoulCode Academy é uma empresa brasileira com foco na qualificação de pessoas “não óbvias”. Ou seja, pessoas negras, que vivem em favelas, LGBTQIA+ e pessoas com deficiência, entre outras.
Mulher negra e mãe, Patricia Toledo Alves se formou em Engenharia de Dados e rompeu o padrão visto entre os profissionais da área. Ela participou da mesa Inclusão Digital e Produtiva: Quem Participa Constrói a Economia Digital, no São Paulo Innovation Week, nesta quarta-feira, 13.
Veja o texto na íntegra: Estadão
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