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Conselho de Educação recua e mantém exigência de 50% de carga presencial para formar professores
13/05/2026
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Texto, que deve ser votado nesta terça-feira (12), contraria proposta do colegiado endossada pelo MEC para reduzir presencialidade nas licenciaturas. Entidades de faculdades particulares são contrárias à medida e defendem maior carga horária a distância
O CNE (Conselho Nacional de Educação) deve votar nesta terça-feira (12) uma nova resolução em que recua de proposta anterior e mantém a exigência mínima de 50% da carga horária presencial para os cursos de formação de professores.
Caso seja aprovada, a medida contraria plano, feito pelo próprio colegiado e endossada pelo MEC (Ministério da Educação) em fevereiro deste ano, que pretendia afrouxar a exigência, reduzindo a carga horária presencial nas licenciaturas para 40%. Procurada na tarde desta segunda (11), a pasta não respondeu.
Conforme mostrou a Folha, a proposta de redução da presencialidade feita pelo MEC contradiz a própria política conduzida pela pasta nos últimos anos, de aperto contra a educação a distância na formação de professores. Em maio do ano passado, o presidente Lula editou um decreto que proibiu cursos de licenciatura 100% na modalidade EAD.
Veja o texto na integra: Folha de S. Paulo
O Grupo Folha não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.
O CNE (Conselho Nacional de Educação) deve votar nesta terça-feira (12) uma nova resolução em que recua de proposta anterior e mantém a exigência mínima de 50% da carga horária presencial para os cursos de formação de professores.
Caso seja aprovada, a medida contraria plano, feito pelo próprio colegiado e endossada pelo MEC (Ministério da Educação) em fevereiro deste ano, que pretendia afrouxar a exigência, reduzindo a carga horária presencial nas licenciaturas para 40%. Procurada na tarde desta segunda (11), a pasta não respondeu.
Conforme mostrou a Folha, a proposta de redução da presencialidade feita pelo MEC contradiz a própria política conduzida pela pasta nos últimos anos, de aperto contra a educação a distância na formação de professores. Em maio do ano passado, o presidente Lula editou um decreto que proibiu cursos de licenciatura 100% na modalidade EAD.
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