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Novo plano de educação tem avanços e desafios, diz especialista
24/04/2026
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Documento sancionado neste mês pelo presidente Lula tem pontos de atenção sobre sua implementação e mecanismos de monitoramento, segundo Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal
O Plano Nacional de Educação (PNE), sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva neste mês, traz avanços importantes, mas também levanta pontos de atenção sobre sua implementação e mecanismos de monitoramento, segundo a Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal (FMCSV), organização brasileira focada em promover o desenvolvimento integral de crianças na primeira infância.
O texto vai definir novas metas, estratégias e prioridades para a educação no Brasil por um período de dez anos. Com 19 objetivos, 73 metas e 372 estratégias, o documento orienta o que os governos federal, estaduais e municipais devem fazer para melhorar o ensino, desde a educação infantil até a pós-graduação. O novo plano ainda prevê a ampliação dos investimentos na área para até 10% do PIB, que hoje giram em torno de 5% do PIB.
Veja o texto na integra: Valor
O Valor Econômico não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra.
O Plano Nacional de Educação (PNE), sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva neste mês, traz avanços importantes, mas também levanta pontos de atenção sobre sua implementação e mecanismos de monitoramento, segundo a Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal (FMCSV), organização brasileira focada em promover o desenvolvimento integral de crianças na primeira infância.
O texto vai definir novas metas, estratégias e prioridades para a educação no Brasil por um período de dez anos. Com 19 objetivos, 73 metas e 372 estratégias, o documento orienta o que os governos federal, estaduais e municipais devem fazer para melhorar o ensino, desde a educação infantil até a pós-graduação. O novo plano ainda prevê a ampliação dos investimentos na área para até 10% do PIB, que hoje giram em torno de 5% do PIB.
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