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Reconstrução do MEC e aposta em bolsa no ensino médio marcam gestão Camilo
31/03/2026
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Ministro da Educação deve deixar a pasta esta semana para se dedicar às eleições. Avaliação positiva vem acompanhada de crítica da falta de rumo mais qualificado para a educação brasileira, dizem especialistas
O ex-governador do Ceará e senador Camilo Santana (PT) conseguiu cumprir à frente do MEC (Ministério da Educação) a tarefa de reconstruir a pasta após 4 anos do desmonte visto sob Jair Bolsonaro (PL), segundo avaliação comum entre especialistas e secretários.
Áreas prioritárias como alfabetização, retomada de obras paradas e tempo integral, por exemplo, foram endereçadas, mas, por outro lado, tiveram seus recursos sugados pela aposta da gestão, o Pé-de-Meia, de bolsas no ensino médio.
A avaliação desse cenário —mais positiva no geral— é também acompanhada de crítica sobre a falta de um rumo mais qualificado para a educação brasileira, e não apenas a reativação de políticas e modelos existentes.
Camilo deve deixar nesta quinta (2) o cargo ocupado por 3 anos e 3 meses. Desde a redemocratização, só Paulo Renato (FHC) e Fernando Haddad (Lula e Dilma) superaram essa marca.
Veja o texto na integra: Folha de S. Paulo
O Grupo Folha não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.
O ex-governador do Ceará e senador Camilo Santana (PT) conseguiu cumprir à frente do MEC (Ministério da Educação) a tarefa de reconstruir a pasta após 4 anos do desmonte visto sob Jair Bolsonaro (PL), segundo avaliação comum entre especialistas e secretários.
Áreas prioritárias como alfabetização, retomada de obras paradas e tempo integral, por exemplo, foram endereçadas, mas, por outro lado, tiveram seus recursos sugados pela aposta da gestão, o Pé-de-Meia, de bolsas no ensino médio.
A avaliação desse cenário —mais positiva no geral— é também acompanhada de crítica sobre a falta de um rumo mais qualificado para a educação brasileira, e não apenas a reativação de políticas e modelos existentes.
Camilo deve deixar nesta quinta (2) o cargo ocupado por 3 anos e 3 meses. Desde a redemocratização, só Paulo Renato (FHC) e Fernando Haddad (Lula e Dilma) superaram essa marca.
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