Voltar para Notícias
Unesco vê baixa implementação da educação midiática nos currículos mundo afora
27/02/2026
http://www.jornaldaciencia.org.br/edicoes/?url=http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br
Estudo revela que só 9% dos países-membros da agência têm política específica para a área. Brasil dispõe de diretrizes que reforçam a importância do tema, mas efetivação é tímida
A urgência da educação midiática no cenário global ganhou um novo marco com o anúncio da matriz do Pisa 2029, que passará a avaliar de forma integrada letramento midiático e a inteligência artificial. Essa movimentação da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) reforça a necessidade de políticas educacionais sólidas, mas esbarra em uma realidade ainda fragmentada: um estudo recente da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) revela que, embora a maioria de seus 194 membros reconheça a importância do tema, apenas 9% têm uma política específica para a área e 22% não a integram, de nenhuma forma, ao currículo escolar.
O estudo demonstra também que a maior parte dos países ainda se limita ao desenvolvimento de competências digitais, sem priorizar o desenvolvimento de saberes e habilidades críticas relacionadas às mídias e à informação, algo aquém da proposta da educação midiática, que consiste em problematizar os usos e apropriações das mídias na cultura digital, contemplando o debate acerca do acesso, produção e disseminação de mensagens de mídia.
Veja o texto na íntegra: Folha de S. Paulo
O Grupo Folha não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.
A urgência da educação midiática no cenário global ganhou um novo marco com o anúncio da matriz do Pisa 2029, que passará a avaliar de forma integrada letramento midiático e a inteligência artificial. Essa movimentação da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) reforça a necessidade de políticas educacionais sólidas, mas esbarra em uma realidade ainda fragmentada: um estudo recente da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) revela que, embora a maioria de seus 194 membros reconheça a importância do tema, apenas 9% têm uma política específica para a área e 22% não a integram, de nenhuma forma, ao currículo escolar.
O estudo demonstra também que a maior parte dos países ainda se limita ao desenvolvimento de competências digitais, sem priorizar o desenvolvimento de saberes e habilidades críticas relacionadas às mídias e à informação, algo aquém da proposta da educação midiática, que consiste em problematizar os usos e apropriações das mídias na cultura digital, contemplando o debate acerca do acesso, produção e disseminação de mensagens de mídia.
Veja o texto na íntegra: Folha de S. Paulo
O Grupo Folha não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.