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Imoral e inconstitucional, diz secretária do MEC sobre fim das cotas raciais em SC
27/01/2025
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Governo catarinense afirma que proibir reserva de vagas para negros em universidades do estado possibilita concorrência mais justa. Ação contra a norma chegou ao STF; Ministério prevê atuar “com prudência”, sem confronto
O fim das cotas raciais em universidades de Santa Catarina é “antiético, imoral e inconstitucional”, avalia Zara Figueiredo, secretária de diversidade e inclusão do MEC (Ministério da Educação).
A lei proibindo a política afirmativa no estado foi sancionada pelo governador Jorginho Mello (PL) na quinta-feira (22). O Executivo catarinense defende a medida dizendo que ela possibilita uma concorrência mais justa e a melhoria do acesso aos candidatos mais vulneráveis economicamente.
Zara, que também comanda as ações de educação continuada e alfabetização de jovens e adultos na gestão Lula (PT), diz não haver justificativa plausível para uma decisão contra a reserva de vagas para negros. Para ela, a medida é puramente ideológica e eleitoreira. “As cotas mudam realidades. Todos os estudos apontam para isso.”
Veja o texto na íntegra: Folha de S. Paulo
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Leia também:
O Globo – Secretária do MEC diz que fim de cotas raciais em SC é inconstitucional e ‘proposta eleitoreira’
O fim das cotas raciais em universidades de Santa Catarina é “antiético, imoral e inconstitucional”, avalia Zara Figueiredo, secretária de diversidade e inclusão do MEC (Ministério da Educação).
A lei proibindo a política afirmativa no estado foi sancionada pelo governador Jorginho Mello (PL) na quinta-feira (22). O Executivo catarinense defende a medida dizendo que ela possibilita uma concorrência mais justa e a melhoria do acesso aos candidatos mais vulneráveis economicamente.
Zara, que também comanda as ações de educação continuada e alfabetização de jovens e adultos na gestão Lula (PT), diz não haver justificativa plausível para uma decisão contra a reserva de vagas para negros. Para ela, a medida é puramente ideológica e eleitoreira. “As cotas mudam realidades. Todos os estudos apontam para isso.”
Veja o texto na íntegra: Folha de S. Paulo
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