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Enamed: entidades acadêmicas e associações de universidades se dividem entre minimizar resultados e críticas ao MEC
21/01/2026
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Dados divulgados pelo Ministério da Educação mostram que 30% dos cursos ficaram abaixo do patamar de proficiência
Entidades acadêmicas associações que representam universidades reagiram à divulgação dos resultados do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed), feita nesta segunda-feira pelo Ministério da Educação (MEC). Os dados revelaram que, dos 351 cursos avaliados, 107 (30%) tiveram desempenho considerado insatisfatório, com menos de 60% dos alunos considerados proficientes. Esses grupos se dividiram entre minimizar as estatísticas e questionar as condutas adotadas pelo pasta responsável pela aplicação da prova, o MEC.
Ao todo, o Enamed avaliou 89.024 alunos e profissionais. Dos 351 cursos de medicina analisados, 340 são regulados pelo ministério — graduações estaduais e municipais não respondem a ele. Desses, 99 receberam conceitos 1 e 2, em uma escala de cinco níveis, e sofrerão algum tipo de medida cautelar.
Segundo o diretor-presidente da Associação Brasileira de Educação Médica (Abem), Sandro Schreiber, o número de cursos com desempenho insatisfatório é semelhante ao de outros países que aplicam exames parecidos, como Holanda e Canadá. Ele afirma, porém, que o levantamento é importante para identificar quais instituições precisam de apoio e quais “não deveriam existir”:
Veja o texto na íntegra: O Globo
O Globo não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.
Entidades acadêmicas associações que representam universidades reagiram à divulgação dos resultados do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed), feita nesta segunda-feira pelo Ministério da Educação (MEC). Os dados revelaram que, dos 351 cursos avaliados, 107 (30%) tiveram desempenho considerado insatisfatório, com menos de 60% dos alunos considerados proficientes. Esses grupos se dividiram entre minimizar as estatísticas e questionar as condutas adotadas pelo pasta responsável pela aplicação da prova, o MEC.
Ao todo, o Enamed avaliou 89.024 alunos e profissionais. Dos 351 cursos de medicina analisados, 340 são regulados pelo ministério — graduações estaduais e municipais não respondem a ele. Desses, 99 receberam conceitos 1 e 2, em uma escala de cinco níveis, e sofrerão algum tipo de medida cautelar.
Segundo o diretor-presidente da Associação Brasileira de Educação Médica (Abem), Sandro Schreiber, o número de cursos com desempenho insatisfatório é semelhante ao de outros países que aplicam exames parecidos, como Holanda e Canadá. Ele afirma, porém, que o levantamento é importante para identificar quais instituições precisam de apoio e quais “não deveriam existir”:
Veja o texto na íntegra: O Globo
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