Voltar para Notícias
Por que levar ciência de dados para as escolas? “Ainda ensinamos matemática como há cem anos”
21/08/2025
http://www.jornaldaciencia.org.br/edicoes/?url=http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br
Jo Boaler, professora de Stanford, explica que não existe um cérebro mais propenso para a área e que errar é essencial na aprendizagem
A professora da faculdade de Educação da Universidade de Stanford (EUA) Jo Boaler tem chamado a atenção mundialmente ao defender uma Matemática com menos símbolos e mais conectada com a vida real, com menos respostas certas e mais estimativas. E uma das formas de ensinar essa “Matemática criativa e diversa”, afirma, é incluindo a ciência de dados nos currículos e tendo menos álgebra, trigonometria, cálculo. “Continuamos apenas ensinando a mesma Matemática que ensinávamos cem anos atrás”, afirma a pesquisadora.
A educadora, que causou polêmica ao ajudar a reescrever o novo currículo da Califórnia, usa descobertas da neurociência para também derrubar o mito de que existe um cérebro matemático. “Muitos pais e alunos acreditam nisso, então se eles começam a achar algo difícil em uma aula de Matemática, passam a pensar que não têm o cérebro certo e, aí, as coisas pioram.”
Veja o texto na íntegra: Estadão
O Estado de S. Paulo não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.
A professora da faculdade de Educação da Universidade de Stanford (EUA) Jo Boaler tem chamado a atenção mundialmente ao defender uma Matemática com menos símbolos e mais conectada com a vida real, com menos respostas certas e mais estimativas. E uma das formas de ensinar essa “Matemática criativa e diversa”, afirma, é incluindo a ciência de dados nos currículos e tendo menos álgebra, trigonometria, cálculo. “Continuamos apenas ensinando a mesma Matemática que ensinávamos cem anos atrás”, afirma a pesquisadora.
A educadora, que causou polêmica ao ajudar a reescrever o novo currículo da Califórnia, usa descobertas da neurociência para também derrubar o mito de que existe um cérebro matemático. “Muitos pais e alunos acreditam nisso, então se eles começam a achar algo difícil em uma aula de Matemática, passam a pensar que não têm o cérebro certo e, aí, as coisas pioram.”
Veja o texto na íntegra: Estadão
O Estado de S. Paulo não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.