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“Sou terminantemente contra qualquer corte em educação”, diz Camilo Santana
26/06/2025
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Ministro também criticou proposta de redução do Fundeb como alternativa apresentada pelo governo ao aumento do IOF
O ministro da Educação, Camilo Santana, disse que é “terminantemente contra” cortes de recursos e defendeu universalização de programas como o Pé-de-Meia. Em entrevista à Folha de São Paulo, ele também se mostrou contrário à possibilidade de redução da parcela do Fundeb, proposta apresentada ao Congresso pelo governo no início deste mês como parte do pacote de alternativas ao aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Ele, no entanto, também reconheceu a necessidade de equilíbrio fiscal.
— Sou terminantemente contra qualquer corte em educação. Porém, fui gestor e sei que para o governo atender a demandas sociais e fazer investimento, precisa ter equilíbrio fiscal. Precisamos fazer um debate mais profundo — afirmou. — Acho que o governo não deveria ter proposto déficit zero logo no primeiro ano. Isso amarrou, engessou a capacidade de investimento do governo. Poderíamos ter estabelecido uma transição, mas há reformas importantes que precisam ser feitas.
Ao responder sobre o Pé-de-Meia, principal programa da pasta, Camilo respondeu que ele e o presidente Lula têm intenção de torná-lo universal, mas disse que o avanço tem sido limitado pela “questão orçamentária”. Questionado sobre as chances de sucesso da iniciativa reverterem o quadro de baixa popularidade do governo, o ministro comparou a atual gestão ao mandato do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Veja o texto na íntegra: O Globo
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O ministro da Educação, Camilo Santana, disse que é “terminantemente contra” cortes de recursos e defendeu universalização de programas como o Pé-de-Meia. Em entrevista à Folha de São Paulo, ele também se mostrou contrário à possibilidade de redução da parcela do Fundeb, proposta apresentada ao Congresso pelo governo no início deste mês como parte do pacote de alternativas ao aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Ele, no entanto, também reconheceu a necessidade de equilíbrio fiscal.
— Sou terminantemente contra qualquer corte em educação. Porém, fui gestor e sei que para o governo atender a demandas sociais e fazer investimento, precisa ter equilíbrio fiscal. Precisamos fazer um debate mais profundo — afirmou. — Acho que o governo não deveria ter proposto déficit zero logo no primeiro ano. Isso amarrou, engessou a capacidade de investimento do governo. Poderíamos ter estabelecido uma transição, mas há reformas importantes que precisam ser feitas.
Ao responder sobre o Pé-de-Meia, principal programa da pasta, Camilo respondeu que ele e o presidente Lula têm intenção de torná-lo universal, mas disse que o avanço tem sido limitado pela “questão orçamentária”. Questionado sobre as chances de sucesso da iniciativa reverterem o quadro de baixa popularidade do governo, o ministro comparou a atual gestão ao mandato do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Veja o texto na íntegra: O Globo
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