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Estados na Amazônia estão entre os que menos têm educação ambiental nas escolas públicas
29/04/2025
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O Pará, onde ocorre a COP30 este ano, integra a lista com maior defasagem
Quatro dos sete estados que menos oferecem educação ambiental nas escolas públicas (considerando as redes estaduais e municipais) estão na Floresta Amazônica. Na lista constam Acre, Amazonas, Roraima e até o Pará, que vai receber a COP30 neste ano. Esta é a primeira vez que o Censo Escolar, pesquisa do Inep, faz este levantamento entre as redes. Rio Grande do Sul, que sofreu a maior tragédia climática em área da história do país, São Paulo e Rio, ambos também alvos de enxurradas recorrentes, completam o grupo.
De acordo com Narjara Mendes, especialista no tema, educação ambiental significa a compreensão dos conflitos socioambientais, da exploração e degradação do ambiente e da problematização sobre o consumo, assim como a valorização das culturas que sejam locais e não hegemônicas.
— A educação ambiental é um processo relevante para reconexão de crianças e jovens com a natureza e para a compreensão da complexidade social atual. Os alunos vivenciam os impactos da crise climática e as consequências da sociedade consumista, e a escola tem o potencial de mobilizar ações que façam com que eles se sintam protetores do ambiente, problematizadores da sociedade do consumo e da degradação socioambiental — diz a professora da Universidade Federal do Rio Grande (Furg) e uma das coordenadoras de um curso de formação para professores, realizado pelo Ministério da Educação, voltado para educação infantil ambiental.
Veja o texto na íntegra: O Globo
O Globo não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.
Quatro dos sete estados que menos oferecem educação ambiental nas escolas públicas (considerando as redes estaduais e municipais) estão na Floresta Amazônica. Na lista constam Acre, Amazonas, Roraima e até o Pará, que vai receber a COP30 neste ano. Esta é a primeira vez que o Censo Escolar, pesquisa do Inep, faz este levantamento entre as redes. Rio Grande do Sul, que sofreu a maior tragédia climática em área da história do país, São Paulo e Rio, ambos também alvos de enxurradas recorrentes, completam o grupo.
De acordo com Narjara Mendes, especialista no tema, educação ambiental significa a compreensão dos conflitos socioambientais, da exploração e degradação do ambiente e da problematização sobre o consumo, assim como a valorização das culturas que sejam locais e não hegemônicas.
— A educação ambiental é um processo relevante para reconexão de crianças e jovens com a natureza e para a compreensão da complexidade social atual. Os alunos vivenciam os impactos da crise climática e as consequências da sociedade consumista, e a escola tem o potencial de mobilizar ações que façam com que eles se sintam protetores do ambiente, problematizadores da sociedade do consumo e da degradação socioambiental — diz a professora da Universidade Federal do Rio Grande (Furg) e uma das coordenadoras de um curso de formação para professores, realizado pelo Ministério da Educação, voltado para educação infantil ambiental.
Veja o texto na íntegra: O Globo
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