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Mais de 370 mil alunos das capitais estudam em escolas em áreas de risco
10/12/2024
http://www.jornaldaciencia.org.br/edicoes/?url=http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br
Pesquisa aponta vulnerabilidade climática e falta de espaços verdes na educação infantil e no ensino fundamental dos centros urbanos brasileiros
Mais de 370 mil alunos da educação infantil e do ensino fundamental das capitais brasileiras estudam em escolas localizadas em áreas de risco climático, sujeitas, por exemplo, a inundações e deslizamentos.
Além disso, de acordo com uma pesquisa inédita, 37,4% das escolas para estudantes dessa faixa etária, nas capitais, não têm área verde, e 20% não possuem praças e parques no entorno, em um raio de 500 metros. Escolas de regiões mais pobres e aquelas com maioria de alunos negros são as que mais estão localizadas em áreas de risco e as que menos têm espaços verdes.
As conclusões são de um levantamento feito pelo Instituto Alana, ONG de defesa da criança e do adolescente, em parceria com o MapBiomas, projeto de estudo das mudanças climáticas que une ONGs, universidades e empresas de tecnologia, e com a Fiquem Sabendo, que atua pela transparência dos dados públicos.
Leia a matéria na íntegra:
Folha de S. Paulo
O Grupo Folha não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.
Mais de 370 mil alunos da educação infantil e do ensino fundamental das capitais brasileiras estudam em escolas localizadas em áreas de risco climático, sujeitas, por exemplo, a inundações e deslizamentos.
Além disso, de acordo com uma pesquisa inédita, 37,4% das escolas para estudantes dessa faixa etária, nas capitais, não têm área verde, e 20% não possuem praças e parques no entorno, em um raio de 500 metros. Escolas de regiões mais pobres e aquelas com maioria de alunos negros são as que mais estão localizadas em áreas de risco e as que menos têm espaços verdes.
As conclusões são de um levantamento feito pelo Instituto Alana, ONG de defesa da criança e do adolescente, em parceria com o MapBiomas, projeto de estudo das mudanças climáticas que une ONGs, universidades e empresas de tecnologia, e com a Fiquem Sabendo, que atua pela transparência dos dados públicos.
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