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Tarcísio adia implementação de escolas cívico-militares após briga judicial
06/11/2024
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Secretário de Educação, Renato Feder diz que aguarda decisão do STF para dar início ao programa em 2026
O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) adiou a implementação das escolas cívico-militares para 2026 em todo o estado de São Paulo. O interesse de Tarcísio era inaugurar o modelo já no ano que vem com, pelo menos, 45 colégios.
No entanto, a iniciativa virou alvo de uma batalha judicial, ainda sem previsão de um capítulo final. A implementação foi interrompida em agosto, após uma decisão judicial suspender a lei até que a constitucionalidade do modelo seja julgada pelo STF (Supremo Tribunal Federal).
“Temos acompanhado com atenção a tramitação do tema no Supremo. Neste ano, realizamos diversas consultas públicas com as escolas e a comunidade escolar para garantir que todos pudessem opinar sobre o programa proposto”, afirmou o secretário de Educação, Renato Feder à Folha.
Leia na íntegra:
Folha de S. Paulo
O Grupo Folha não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.
O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) adiou a implementação das escolas cívico-militares para 2026 em todo o estado de São Paulo. O interesse de Tarcísio era inaugurar o modelo já no ano que vem com, pelo menos, 45 colégios.
No entanto, a iniciativa virou alvo de uma batalha judicial, ainda sem previsão de um capítulo final. A implementação foi interrompida em agosto, após uma decisão judicial suspender a lei até que a constitucionalidade do modelo seja julgada pelo STF (Supremo Tribunal Federal).
“Temos acompanhado com atenção a tramitação do tema no Supremo. Neste ano, realizamos diversas consultas públicas com as escolas e a comunidade escolar para garantir que todos pudessem opinar sobre o programa proposto”, afirmou o secretário de Educação, Renato Feder à Folha.
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