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Estudo mostra como políticas públicas afetam a formação de professores para a educação inclusiva
11/09/2024
http://www.jornaldaciencia.org.br/edicoes/?url=http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br
Trabalho encomendado pelo Instituto Alana detalha oito cenários na América do Sul e na Europa; Brasil está lista com Maracanaú (CE), Pinhais (PR) e Santos (SP)
Um estudo encomendado pelo Instituto Alana mostra como políticas públicas atingem a formação continuada de professores para a educação inclusiva. A pesquisa apresenta casos na América do Sul e na Europa, escolhidos por sua diversidade de modelos de gestão e riquezas de perspectivas, e porque são ou estão em países signatários da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência da Organização das Nações Unidas (ONU).
As cidades brasileiras de Maracanaú (Ceará), Pinhais (Paraná) e Santos (São Paulo) estão na lista, além de Buenos Aires (Argentina), Glasgow (Escócia), Comunidade Autônoma Valenciana (Espanha), e dos cenários gerais em Portugal e no Uruguai.
“Professores são responsáveis por 60% dos aprendizados dos estudantes da educação básica. E 94% dos professores de salas comuns não têm nenhum tipo de formação continuada em educação inclusiva. Então, colocar esse assunto na agenda do dia é fundamental para garantir que mais de 1,8 milhão de crianças e adolescentes com deficiências hoje na educação básica tenham condições adequadas de aprendizagem, enquanto professores tenham também suas práticas pedagógicas qualificadas para todas as demandas”, diz Beatriz Benedito, analista de políticas públicas do Instituto Alana.
Veja o texto na íntegra: Estadão
O Estado de S. Paulo não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.
Um estudo encomendado pelo Instituto Alana mostra como políticas públicas atingem a formação continuada de professores para a educação inclusiva. A pesquisa apresenta casos na América do Sul e na Europa, escolhidos por sua diversidade de modelos de gestão e riquezas de perspectivas, e porque são ou estão em países signatários da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência da Organização das Nações Unidas (ONU).
As cidades brasileiras de Maracanaú (Ceará), Pinhais (Paraná) e Santos (São Paulo) estão na lista, além de Buenos Aires (Argentina), Glasgow (Escócia), Comunidade Autônoma Valenciana (Espanha), e dos cenários gerais em Portugal e no Uruguai.
“Professores são responsáveis por 60% dos aprendizados dos estudantes da educação básica. E 94% dos professores de salas comuns não têm nenhum tipo de formação continuada em educação inclusiva. Então, colocar esse assunto na agenda do dia é fundamental para garantir que mais de 1,8 milhão de crianças e adolescentes com deficiências hoje na educação básica tenham condições adequadas de aprendizagem, enquanto professores tenham também suas práticas pedagógicas qualificadas para todas as demandas”, diz Beatriz Benedito, analista de políticas públicas do Instituto Alana.
Veja o texto na íntegra: Estadão
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