Voltar para Notícias
MEC investe R$ 32 milhões em escolas e formação de professores em território Yanomami
10/09/2024
http://www.jornaldaciencia.org.br/edicoes/?url=http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br
Aporte visa reduzir impacto da crise humanitária na educação do povo indígena, que teve escolas fechadas e enfrenta falta de docentes
O MEC (Ministério da Educação) vai destinar R$ 32 milhões para formar professores, elaborar material didático e construir centros educativos no território yanomami. Os projetos, resultados de demandas das lideranças indígenas, visam reconstruir políticas de ensino para a comunidade assolada por uma crise humanitária.
No início do ano passado, documento do MEC obtido pela Folha mostrava que, das 26 escolas públicas na terra indígena, 11 estavam com as portas fechadas.
A situação mudou pouco desde então, segundo Lucia Alberta, diretora de promoção ao desenvolvimento sustentável da Funai (Fundação Nacional dos Povos Indígenas). Colégios ainda permanecem tendo espaços com infraestrutura precária, com falta de professores e de material didático.
Veja o texto na íntegra: Folha de S. Paulo
O Grupo Folha não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.
O MEC (Ministério da Educação) vai destinar R$ 32 milhões para formar professores, elaborar material didático e construir centros educativos no território yanomami. Os projetos, resultados de demandas das lideranças indígenas, visam reconstruir políticas de ensino para a comunidade assolada por uma crise humanitária.
No início do ano passado, documento do MEC obtido pela Folha mostrava que, das 26 escolas públicas na terra indígena, 11 estavam com as portas fechadas.
A situação mudou pouco desde então, segundo Lucia Alberta, diretora de promoção ao desenvolvimento sustentável da Funai (Fundação Nacional dos Povos Indígenas). Colégios ainda permanecem tendo espaços com infraestrutura precária, com falta de professores e de material didático.
Veja o texto na íntegra: Folha de S. Paulo
O Grupo Folha não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.