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“Negar reajuste em universidades é rota iníqua de ajuste fiscal”

13/06/2024 http://www.jornaldaciencia.org.br/edicoes/?url=http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br
Professora da Escola de Administração Pública da Fundação Getulio Vargas, Elida Graziane Pinto fala ao ‘Nexo’ sobre o movimento grevista nas unidades federais e analisa a resposta do governo Lula

A greve de professores de universidades e institutos federais se aproxima de dois meses diante de uma forte pressão do governo. Luiz Inácio Lula da Silva cobrou “coragem” dos sindicatos na segunda-feira (10), ao anunciar R$ 5,5 bilhões para dez novos campi e investimentos em salas de aula, bibliotecas e moradias.

O presidente segue irredutível na proposta de reajuste salarial zero em 2024, de 9% em 2025 e de 5% em 2026. A categoria quer 7,06% em 2024, 9% em janeiro de 2025 e 5,16% em 2026. Enquanto isso, segundo o jornal Folha de S. Paulo, o Ministério da Fazenda estuda limitar o crescimento real do piso da educação e da saúde a 2,5%.

A paralisação dos professores — e outros servidores das universidades — se soma a mobilizações de outras categorias do funcionalismo.

Veja o texto na íntegra: Nexo

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