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Qual é a situação das escolas no Rio Grande do Sul?
06/06/2024
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Mais de 100 mil estudantes estão sem aulas após as enchentes que danificaram prédios escolares e deixaram professores e alunos desabrigados
Pouco mais de um mês das primeiras enchentes, 119 mil estudantes das redes municipais e estadual de ensino do Rio Grande do Sul seguem sem aulas. Segundo o último boletim divulgado pela Secretaria da Educação do Estado (Seduc), mais de 37 mil não têm previsão de retorno, o que pode comprometer o ano letivo.
Os impactos que a catástrofe climática causou em 475 cidades afetaram mais de 2 milhões de pessoas. Nos dias mais críticos, quase 64 mil pessoas ficaram desabrigadas, inclusive professores, alunos e funcionários da educação. Além disso, mais de mil escolas foram danificadas ou estão servindo de abrigo. São 55% do total de 2.340 escolas no estado.
“Não há previsão para voltar às aulas. Agora é esperar baixar as chuvas para depois pensar nessa retomada. Houve a tentativa em Porto Alegre na última semana de maio. Mas a enchente voltou e impediu novamente a normalidade”, conta Helenir Schürer, presidente do Sindicato dos Professores e Funcionários de Escola do Rio Grande do Sul.
Veja o texto na íntegra: Lunetas
Pouco mais de um mês das primeiras enchentes, 119 mil estudantes das redes municipais e estadual de ensino do Rio Grande do Sul seguem sem aulas. Segundo o último boletim divulgado pela Secretaria da Educação do Estado (Seduc), mais de 37 mil não têm previsão de retorno, o que pode comprometer o ano letivo.
Os impactos que a catástrofe climática causou em 475 cidades afetaram mais de 2 milhões de pessoas. Nos dias mais críticos, quase 64 mil pessoas ficaram desabrigadas, inclusive professores, alunos e funcionários da educação. Além disso, mais de mil escolas foram danificadas ou estão servindo de abrigo. São 55% do total de 2.340 escolas no estado.
“Não há previsão para voltar às aulas. Agora é esperar baixar as chuvas para depois pensar nessa retomada. Houve a tentativa em Porto Alegre na última semana de maio. Mas a enchente voltou e impediu novamente a normalidade”, conta Helenir Schürer, presidente do Sindicato dos Professores e Funcionários de Escola do Rio Grande do Sul.
Veja o texto na íntegra: Lunetas