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O que move as greves das universidades federais
17/04/2024
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Professores e servidores técnico-administrativos de instituições de ensino realizam paralisação. O ‘Nexo’ contextualiza a mobilização e explica as demandas e propostas que estão na mesa
Professores de universidades, institutos federais e centros de educação tecnológica entraram em greve nesta segunda-feira (15). Eles se juntam a servidores técnico-administrativos, cujas paralisações tiveram início em março de 2024.
O movimento faz pressão para que o governo Luiz Inácio Lula da Silva negocie um aumento salarial maior, entre outros pontos. Em 2023, o governo ampliou em 9% o salário de todos os servidores, mas em 2024 propôs um reajuste zero no valor.
Neste texto, o Nexo contextualiza a greve nas universidades e explica demandas e propostas que estão na mesa.
Veja o texto na íntegra: Nexo
O Nexo não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.
Professores de universidades, institutos federais e centros de educação tecnológica entraram em greve nesta segunda-feira (15). Eles se juntam a servidores técnico-administrativos, cujas paralisações tiveram início em março de 2024.
O movimento faz pressão para que o governo Luiz Inácio Lula da Silva negocie um aumento salarial maior, entre outros pontos. Em 2023, o governo ampliou em 9% o salário de todos os servidores, mas em 2024 propôs um reajuste zero no valor.
Neste texto, o Nexo contextualiza a greve nas universidades e explica demandas e propostas que estão na mesa.
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