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Novo Ensino Médio: antes de votar mudanças, Comissão de Educação deve discutir por pelo menos um mês o projeto
27/10/2023
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Colegiado da Câmara é a primeira etapa de tramitação do projeto
O projeto de lei com mudanças no Novo Ensino Médio, enviada na terça-feira pelo governo federal ao Congresso, deve passar por uma discussão de ao menos um mês antes de ser colocada em votação na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, segundo o presidente do colegiado, Moses Rodrigues (União-CE). A votação na comissão é a primeira etapa da tramitação do projeto.
— Temos que avaliar em um diálogo aberto com a sociedade, com o parlamento e com o executivo, para chegar em um texto que possa atender as expectativas do mercado de trabalho, assim como de toda juventude — disse Rodrigues.
O projeto apresentado pelo ministro da Educação, Camilo Santana, é uma versão reformulada, após o primeiro texto ser alvo de críticas de secretários de Educação, estudantes e entidades do setor. O texto prevê carga horária maior para disciplinas como Português e Matemática, a manutenção de quatro áreas de aprofundamento, e inclusão da Língua Espanhola como obrigatória. Mas deve enfrentar novas resistências de parlamentares.
Veja o texto na íntegra: O Globo
O Globo não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.
O projeto de lei com mudanças no Novo Ensino Médio, enviada na terça-feira pelo governo federal ao Congresso, deve passar por uma discussão de ao menos um mês antes de ser colocada em votação na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, segundo o presidente do colegiado, Moses Rodrigues (União-CE). A votação na comissão é a primeira etapa da tramitação do projeto.
— Temos que avaliar em um diálogo aberto com a sociedade, com o parlamento e com o executivo, para chegar em um texto que possa atender as expectativas do mercado de trabalho, assim como de toda juventude — disse Rodrigues.
O projeto apresentado pelo ministro da Educação, Camilo Santana, é uma versão reformulada, após o primeiro texto ser alvo de críticas de secretários de Educação, estudantes e entidades do setor. O texto prevê carga horária maior para disciplinas como Português e Matemática, a manutenção de quatro áreas de aprofundamento, e inclusão da Língua Espanhola como obrigatória. Mas deve enfrentar novas resistências de parlamentares.
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