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Tarcísio recua, e governo de SP voltará ao plano de livros didáticos do MEC
18/08/2023
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Secretário de Educação divulga comunicado dizendo que fez ‘escuta’ de diversos atores da sociedade
A secretaria de Educação de São Paulo recuou e decidiu aderir ao Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD) para o ano que vem. Em decisão comunicada na noite desta quarta-feira, por meio de nota, a pasta comandada por Renato Feder afirmou que a decisão de permanecer no programa em 2024 se deu a partir “da escuta e do diálogo com a sociedade”.
O recuo do governo Tarcísio de Freitas ocorre após a Justiça de São Paulo suspender, em caráter liminar, o ato administrativo que retira o estado do PNLD, como mostrou o colunista do GLOBO Lauro Jardim. Também nesta quarta, o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e a Defensoria Pública entraram com uma ação pedindo a imediata inclusão da rede estadual no PNLD. A petição chama a medida de “ilegal” e uma “afronta à gestão democrática”.
Com a decisão de Feder, os alunos da rede estadual de São Paulo voltarão a ter à disposição tanto o material baseado no currículo paulista quanto os livros didáticos fornecidos pelo Ministério da Educação (MEC).
Veja o texto na íntegra: O Globo
O Globo não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.
Leia também:
Folha de S. Paulo – Gestão Tarcísio recua e desiste de abandonar programa de livros do MEC
Folha de S. Paulo – Ministério Público pede anulação de decisão de Tarcísio sobre livros didáticos
A secretaria de Educação de São Paulo recuou e decidiu aderir ao Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD) para o ano que vem. Em decisão comunicada na noite desta quarta-feira, por meio de nota, a pasta comandada por Renato Feder afirmou que a decisão de permanecer no programa em 2024 se deu a partir “da escuta e do diálogo com a sociedade”.
O recuo do governo Tarcísio de Freitas ocorre após a Justiça de São Paulo suspender, em caráter liminar, o ato administrativo que retira o estado do PNLD, como mostrou o colunista do GLOBO Lauro Jardim. Também nesta quarta, o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e a Defensoria Pública entraram com uma ação pedindo a imediata inclusão da rede estadual no PNLD. A petição chama a medida de “ilegal” e uma “afronta à gestão democrática”.
Com a decisão de Feder, os alunos da rede estadual de São Paulo voltarão a ter à disposição tanto o material baseado no currículo paulista quanto os livros didáticos fornecidos pelo Ministério da Educação (MEC).
Veja o texto na íntegra: O Globo
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