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Com Enem, brasileiros ampliam acesso à Universidade de Coimbra
01/08/2023
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Nascidos no Brasil representam quase um quinto dos 25 mil alunos da secular instituição portuguesa, revela reitor
A decisão de aceitar a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para ingresso fez o número de estudantes brasileiros mais que dobrar na Universidade de Coimbra, uma das mais prestigiadas da Europa. Mesmo que cheguem com defasagem em relação aos colegas, como não terem aprendido cálculos de derivada no ensino médio, os brasileiros conseguem estar dentre os 5% melhores estudantes internacionais, afirma o reitor Amílcar Falcão.
Em 2014, a universidade portuguesa tinha 2 mil estudantes brasileiros de um total de 23 mil estudantes, ou 8,69%, segundo dados da própria instituição. Quase dez anos depois, esse percentual passou para cerca de 18%. Hoje os brasileiros respondem por 4.500 de um total de 25 mil alunos da universidade fundada em 1290.
“Podem existir algumas dificuldades, resultado das diferenças entre os dois países e sistemas de ensino, mas as identificamos e já conseguimos encontrar respostas para elas”, afirma Falcão em entrevista ao Valor. “Tais diferenças não são obstáculo nem geram incompatibilidades.”
Vejo o texto na íntegra: Valor
O Valor Econômico não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra.
A decisão de aceitar a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para ingresso fez o número de estudantes brasileiros mais que dobrar na Universidade de Coimbra, uma das mais prestigiadas da Europa. Mesmo que cheguem com defasagem em relação aos colegas, como não terem aprendido cálculos de derivada no ensino médio, os brasileiros conseguem estar dentre os 5% melhores estudantes internacionais, afirma o reitor Amílcar Falcão.
Em 2014, a universidade portuguesa tinha 2 mil estudantes brasileiros de um total de 23 mil estudantes, ou 8,69%, segundo dados da própria instituição. Quase dez anos depois, esse percentual passou para cerca de 18%. Hoje os brasileiros respondem por 4.500 de um total de 25 mil alunos da universidade fundada em 1290.
“Podem existir algumas dificuldades, resultado das diferenças entre os dois países e sistemas de ensino, mas as identificamos e já conseguimos encontrar respostas para elas”, afirma Falcão em entrevista ao Valor. “Tais diferenças não são obstáculo nem geram incompatibilidades.”
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