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Pela primeira vez, Museu Nacional terá orçamento destinado à manutenção
18/07/2023
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Após sofrer um incêndio que destruiu 85% de seu acervo, instituição receberá R$ 13,5 milhões anuais do Ministério da Educação para conservação
Diretor do Museu Nacional, o geólogo Alexander Kellner está empolgadíssimo com uma excelente notícia que acaba de receber do Ministério da Educação: a partir de janeiro de 2024, o museu, que é o mais antigo do Brasil, terá uma verba de R$ 13,5 milhões destinada exclusivamente à manutenção da instituição. O motivo do entusiasmo vem do reconhecimento do Governo Federal da necessidade de dar tranquilidade e confiança ao processo de reconstrução que o museu sofre após ser vítima de um incêndio de mais de seis horas em 2018, que destruiu 85% do seu acervo, assim como as divisões entre andares (eram de vigas de sustentação de madeira), as coberturas e esquadrilhas do palácio localizado na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, na Zona Norte.
“As pessoas acham que o causador do incêndio foi um dos aparelhos de ar condicionado do auditório quando, na verdade, foi a falta de manutenção. O museu é um prédio histórico, caro para manter, e tínhamos uma situação complexa de corte de recursos da esfera federal para universidades públicas. Mas agora esta linha orçamentária mostrará que são tempos diferentes e levará todos a olhar o museu de forma positiva e gerar investimentos, pois a manutenção trará tranquilidade. Teremos brigadistas, seguranças e questões prediais serão atendidas. Estamos muito felizes e ansiosos para isso. Porém, precisamos lembrar que essa verba é para como o museu está hoje. Quando o Palácio estiver funcionando, precisará de muito mais recurso para vigilância, limpeza e manutenção predial”, afirma, extasiado.
Veja o texto na íntegra: O Dia
Diretor do Museu Nacional, o geólogo Alexander Kellner está empolgadíssimo com uma excelente notícia que acaba de receber do Ministério da Educação: a partir de janeiro de 2024, o museu, que é o mais antigo do Brasil, terá uma verba de R$ 13,5 milhões destinada exclusivamente à manutenção da instituição. O motivo do entusiasmo vem do reconhecimento do Governo Federal da necessidade de dar tranquilidade e confiança ao processo de reconstrução que o museu sofre após ser vítima de um incêndio de mais de seis horas em 2018, que destruiu 85% do seu acervo, assim como as divisões entre andares (eram de vigas de sustentação de madeira), as coberturas e esquadrilhas do palácio localizado na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, na Zona Norte.
“As pessoas acham que o causador do incêndio foi um dos aparelhos de ar condicionado do auditório quando, na verdade, foi a falta de manutenção. O museu é um prédio histórico, caro para manter, e tínhamos uma situação complexa de corte de recursos da esfera federal para universidades públicas. Mas agora esta linha orçamentária mostrará que são tempos diferentes e levará todos a olhar o museu de forma positiva e gerar investimentos, pois a manutenção trará tranquilidade. Teremos brigadistas, seguranças e questões prediais serão atendidas. Estamos muito felizes e ansiosos para isso. Porém, precisamos lembrar que essa verba é para como o museu está hoje. Quando o Palácio estiver funcionando, precisará de muito mais recurso para vigilância, limpeza e manutenção predial”, afirma, extasiado.
Veja o texto na íntegra: O Dia