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Mudança do ensino médio prevê formação técnica
18/07/2023
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ONG Todos Pela Educação defende carga horária maior para instrução profissionalizante
O governo federal deve apresentar até o fim do próximo mês a proposta de readequação do Novo Ensino Médio, cuja implementação foi suspensa em abril para ajustes após período de consulta pública. A tendência, de acordo com fontes do Ministério da Educação (MEC), é uma retomada do aumento da carga horária para as disciplinas obrigatórias, a Formação Geral Básica (FGB), totalizando, no mínimo, 2.400 horas nos três anos do ensino médio.
O restante do tempo, para atingir as 3 mil horas exigidas com os chamados itinerários formativos, aqueles em que o aluno faz a escolha por afinidade de áreas de conhecimento, teria um foco maior na formação técnica profissional. Ainda não há definição sobre o novo formato dos itinerários e qual a carga horária prevista.
A revogação da reforma, defendida por alguns parlamentares mais à esquerda, entidades estudantis e parte das organizações educacionais, está descartada pelo governo.
Veja o texto na íntegra: Valor
O Valor Econômico não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra.
O governo federal deve apresentar até o fim do próximo mês a proposta de readequação do Novo Ensino Médio, cuja implementação foi suspensa em abril para ajustes após período de consulta pública. A tendência, de acordo com fontes do Ministério da Educação (MEC), é uma retomada do aumento da carga horária para as disciplinas obrigatórias, a Formação Geral Básica (FGB), totalizando, no mínimo, 2.400 horas nos três anos do ensino médio.
O restante do tempo, para atingir as 3 mil horas exigidas com os chamados itinerários formativos, aqueles em que o aluno faz a escolha por afinidade de áreas de conhecimento, teria um foco maior na formação técnica profissional. Ainda não há definição sobre o novo formato dos itinerários e qual a carga horária prevista.
A revogação da reforma, defendida por alguns parlamentares mais à esquerda, entidades estudantis e parte das organizações educacionais, está descartada pelo governo.
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