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Alunos ficam sem aula de biologia, história e química no 3º ano do novo ensino médio em SP
18/04/2023
http://www.jornaldaciencia.org.br/edicoes/?url=http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br
Professores e estudantes reclamam da substituição de conteúdos tradicionais por itinerários
Com a implementação do novo ensino médio, estudantes das escolas estaduais de São Paulo estão sem aulas de história, geografia, biologia, química e física no último ano dessa etapa de ensino. A nova grade curricular também só prevê duas aulas por semana de matemática e duas de português.
São Paulo foi o primeiro estado a implementar as mudanças curriculares previstas pela lei do novo ensino médio. O então governador João Doria quis ser o pioneiro do modelo e, por isso, decidiu começar o processo um ano antes do restante do país. Assim, as alterações entraram em vigor no primeiro ano do ensino médio em 2021, no segundo ano, em 2022 e, no terceiro ano, em 2023.
Professores e alunos, no entanto, têm reclamado da ausência das disciplinas regulares que foram substituídas por matérias dos itinerários formativos. Ao todo, cerca de 400 mil estudantes da rede estadual estão no último ano do ensino médio —eles serão os primeiros do país a concluir essa etapa com o novo currículo.
Veja o texto na íntegra: Folha de S. Paulo
O Grupo Folha não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.
Com a implementação do novo ensino médio, estudantes das escolas estaduais de São Paulo estão sem aulas de história, geografia, biologia, química e física no último ano dessa etapa de ensino. A nova grade curricular também só prevê duas aulas por semana de matemática e duas de português.
São Paulo foi o primeiro estado a implementar as mudanças curriculares previstas pela lei do novo ensino médio. O então governador João Doria quis ser o pioneiro do modelo e, por isso, decidiu começar o processo um ano antes do restante do país. Assim, as alterações entraram em vigor no primeiro ano do ensino médio em 2021, no segundo ano, em 2022 e, no terceiro ano, em 2023.
Professores e alunos, no entanto, têm reclamado da ausência das disciplinas regulares que foram substituídas por matérias dos itinerários formativos. Ao todo, cerca de 400 mil estudantes da rede estadual estão no último ano do ensino médio —eles serão os primeiros do país a concluir essa etapa com o novo currículo.
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