Pretos e pardos representam 16,1% do quadro discente em cursos e instituições mais procuradas pelas empresas de São Paulo, mostra censo da educação superior do Inep de 2021
Apesar da política de cotas raciais no ensino superior, o acesso de alunos negros a universidades de maior prestígio ainda é tímido. Mais de uma década depois de a política pública ser sancionada, o que se constata é que a matrícula de estudantes pretos e pardos em instituições de São Paulo mais buscadas por empresas na hora de recrutar é cerca de um terço do observado em faculdades de menor prestígio.
Dados do censo da educação superior do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) de 2021, compilados pela consultoria Plano CDE, mostram que pretos e pardos representam 16,1% do quadro discente em cursos e instituições mais procuradas pelas empresas no Estado de São Paulo. Esse número contrasta com as matrículas negras em universidades menos visadas, que representam 31,2%.
Veja o texto na íntegra: Valor
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Apesar da política de cotas raciais no ensino superior, o acesso de alunos negros a universidades de maior prestígio ainda é tímido. Mais de uma década depois de a política pública ser sancionada, o que se constata é que a matrícula de estudantes pretos e pardos em instituições de São Paulo mais buscadas por empresas na hora de recrutar é cerca de um terço do observado em faculdades de menor prestígio.
Dados do censo da educação superior do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) de 2021, compilados pela consultoria Plano CDE, mostram que pretos e pardos representam 16,1% do quadro discente em cursos e instituições mais procuradas pelas empresas no Estado de São Paulo. Esse número contrasta com as matrículas negras em universidades menos visadas, que representam 31,2%.
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