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Negros têm menos acesso a faculdades visadas

04/04/2023
Pretos e pardos representam 16,1% do quadro discente em cursos e instituições mais procuradas pelas empresas de São Paulo, mostra censo da educação superior do Inep de 2021

Apesar da política de cotas raciais no ensino superior, o acesso de alunos negros a universidades de maior prestígio ainda é tímido. Mais de uma década depois de a política pública ser sancionada, o que se constata é que a matrícula de estudantes pretos e pardos em instituições de São Paulo mais buscadas por empresas na hora de recrutar é cerca de um terço do observado em faculdades de menor prestígio.

Dados do censo da educação superior do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) de 2021, compilados pela consultoria Plano CDE, mostram que pretos e pardos representam 16,1% do quadro discente em cursos e instituições mais procuradas pelas empresas no Estado de São Paulo. Esse número contrasta com as matrículas negras em universidades menos visadas, que representam 31,2%.

Veja o texto na íntegra: Valor

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