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Brasil tem histórico de alto índice de violência escolar: veja dados sobre agressão contra professores
29/03/2023
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Ataque com faca em uma escola estadual de São Paulo que matou uma professora e deixou mais quatro pessoas feridas jogou luz sobre violência nas salas de aula do País
O ataque a faca em uma escola estadual de São Paulo que deixou uma professora morta e mais quatro pessoas feridas nesta segunda-feira (27) jogou luz sobre a violência nas salas de aula do país, que tem histórico de índices elevados de agressão contra docentes.
O agressor era um aluno de 13 anos do oitavo ano na escola. O vídeo acima mostra o momento em que ele foi desarmado por duas professoras.
Há anos, pesquisas têm indicado a alta incidência de casos de agressão, colocando o Brasil no topo da violência escolar. Veja os dados mais recentes divulgados:
Levantamento global da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) coloca o país entre os de índices mais altos do mundo no ranking das agressões contra professores – e que têm se mantido estável nos últimos anos.
Ambiente mais propício ao bullying: estudo divulgado em 2019 apontou que as escolas brasileiras são ambiente mais propício ao bullying e à intimidação do que a média internacional. Foram entrevistados 250 mil professores e líderes escolares de 48 países ou regiões.
Situações de intimidação: 28% dos diretores escolares brasileiros relataram ter testemunhado situações de intimidação ou bullying entre alunos, o dobro da média da OCDE.
Abuso verbal: semanalmente, 10% das escolas brasileiras pesquisadas registram episódios de intimidação ou abuso verbal contra educadores, segundo eles próprios, com “potenciais consequências para o bem-estar, níveis de estresse e permanência deles na profissão”, diz a pesquisa. A média internacional é de 3%.
Agressividade “normalizada”: A OCDE não analisou os motivos por trás desses índices, mas apontou que o bullying e a agressividade acabaram sendo “normalizados” e minimizados, com impactos negativos sobre o aprendizado.
Intimidação semanal: Em 2017, estudo semelhante da OCDE mostrou que 12,5% dos professores ouvidos no Brasil disseram ser vítimas de agressões verbais ou de intimidação de alunos pelo menos uma vez por semana. Era o índice mais alto entre os 34 países pesquisados – a média entre eles é de 3,4%.
Leia na íntegra: G1
O ataque a faca em uma escola estadual de São Paulo que deixou uma professora morta e mais quatro pessoas feridas nesta segunda-feira (27) jogou luz sobre a violência nas salas de aula do país, que tem histórico de índices elevados de agressão contra docentes.
O agressor era um aluno de 13 anos do oitavo ano na escola. O vídeo acima mostra o momento em que ele foi desarmado por duas professoras.
Há anos, pesquisas têm indicado a alta incidência de casos de agressão, colocando o Brasil no topo da violência escolar. Veja os dados mais recentes divulgados:
Levantamento global da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) coloca o país entre os de índices mais altos do mundo no ranking das agressões contra professores – e que têm se mantido estável nos últimos anos.
Ambiente mais propício ao bullying: estudo divulgado em 2019 apontou que as escolas brasileiras são ambiente mais propício ao bullying e à intimidação do que a média internacional. Foram entrevistados 250 mil professores e líderes escolares de 48 países ou regiões.
Situações de intimidação: 28% dos diretores escolares brasileiros relataram ter testemunhado situações de intimidação ou bullying entre alunos, o dobro da média da OCDE.
Abuso verbal: semanalmente, 10% das escolas brasileiras pesquisadas registram episódios de intimidação ou abuso verbal contra educadores, segundo eles próprios, com “potenciais consequências para o bem-estar, níveis de estresse e permanência deles na profissão”, diz a pesquisa. A média internacional é de 3%.
Agressividade “normalizada”: A OCDE não analisou os motivos por trás desses índices, mas apontou que o bullying e a agressividade acabaram sendo “normalizados” e minimizados, com impactos negativos sobre o aprendizado.
Intimidação semanal: Em 2017, estudo semelhante da OCDE mostrou que 12,5% dos professores ouvidos no Brasil disseram ser vítimas de agressões verbais ou de intimidação de alunos pelo menos uma vez por semana. Era o índice mais alto entre os 34 países pesquisados – a média entre eles é de 3,4%.
Leia na íntegra: G1