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Ensino profissional ainda tenta se adaptar às novas demandas das empresas
28/02/2023
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Cursos sofrem com falta de verba e número de matrículas segue abaixo do esperado
Apesar de estratégica para o desenvolvimento socioeconômico do país, a EPT (Educação Profissional e Tecnológica) continua apresentando baixo número de egressos e orçamento insuficiente. No ano passado, as matrículas nas diferentes modalidades da EPT totalizaram pouco mais de 2 milhões — um contingente pequeno quando comparado aos números de jovens fora do mercado de trabalho, da escola ou dos dois. O volume também está longe da meta do decenal Plano Nacional de Educação (PNE) de atingir 4,8 milhões de matrículas em 2024, quando encerra sua vigência.
Entre especialistas, há dúvidas, ainda, se as formações estão alinhadas às demandas do momento.
“Precisamos refletir sobre que tipo de profissional estamos mandando para as empresas. Como muitos postos de trabalho serão substituídos por algoritmos, vamos ter que ensinar o estudante a fazer análises mais profundas, sofisticadas e a pensar cientificamente. Só decorar a tabela periódica já não serve mais”, opina Claudia Costin, fundadora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais (CEIPE), da FGV.
Veja o texto na íntegra: Valor
O Valor Econômico não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra.
Apesar de estratégica para o desenvolvimento socioeconômico do país, a EPT (Educação Profissional e Tecnológica) continua apresentando baixo número de egressos e orçamento insuficiente. No ano passado, as matrículas nas diferentes modalidades da EPT totalizaram pouco mais de 2 milhões — um contingente pequeno quando comparado aos números de jovens fora do mercado de trabalho, da escola ou dos dois. O volume também está longe da meta do decenal Plano Nacional de Educação (PNE) de atingir 4,8 milhões de matrículas em 2024, quando encerra sua vigência.
Entre especialistas, há dúvidas, ainda, se as formações estão alinhadas às demandas do momento.
“Precisamos refletir sobre que tipo de profissional estamos mandando para as empresas. Como muitos postos de trabalho serão substituídos por algoritmos, vamos ter que ensinar o estudante a fazer análises mais profundas, sofisticadas e a pensar cientificamente. Só decorar a tabela periódica já não serve mais”, opina Claudia Costin, fundadora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais (CEIPE), da FGV.
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