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Novo MEC deve priorizar a recuperação da aprendizagem perdida na pandemia, diz Priscila Cruz
21/11/2022
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Integrante do grupo de transição do governo Lula, a presidente-executiva do Todos Pela Educação destacou que as crianças em fase de alfabetização foram as mais impactadas na pandemia
A convite do vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin, Priscila Cruz é uma das voluntárias que compõem a equipe de transição do governo na educação. Em conversa no podcast 2+1, a presidente-executiva do Todos Pela Educação afirma que o novo ministro deveria focar o orçamento da pasta na recuperação do déficit de aprendizagem ocorrido durante a pandemia.
‘O aluno que não foi alfabetizado nos 1º e 2º anos, essa criança fez o 1º ano, 2020, e 2º ano, 2021. Ela chega ao 3º ano, em 2022, analfabeta. Os professores do 3º ano não são mais alfabetizadores. Então, não dá para ficar rolando essa bola de neve eternamente, porque essa criança no ano que vem vai para o 4º ano e daqui a pouco termina o Fundamental I. (…) Tanto Fundamental I quanto o Fundamental II e o ensino médio têm deficiências de aprendizagem que a gente vai precisar corrigir. Eu dei o exemplo da alfabetização, porque, obviamente, é muito gritante. Não tem como uma criança se alfabetizar remotamente’, explicou.
Leia na íntegra: O Globo
O Globo não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.
A convite do vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin, Priscila Cruz é uma das voluntárias que compõem a equipe de transição do governo na educação. Em conversa no podcast 2+1, a presidente-executiva do Todos Pela Educação afirma que o novo ministro deveria focar o orçamento da pasta na recuperação do déficit de aprendizagem ocorrido durante a pandemia.
‘O aluno que não foi alfabetizado nos 1º e 2º anos, essa criança fez o 1º ano, 2020, e 2º ano, 2021. Ela chega ao 3º ano, em 2022, analfabeta. Os professores do 3º ano não são mais alfabetizadores. Então, não dá para ficar rolando essa bola de neve eternamente, porque essa criança no ano que vem vai para o 4º ano e daqui a pouco termina o Fundamental I. (…) Tanto Fundamental I quanto o Fundamental II e o ensino médio têm deficiências de aprendizagem que a gente vai precisar corrigir. Eu dei o exemplo da alfabetização, porque, obviamente, é muito gritante. Não tem como uma criança se alfabetizar remotamente’, explicou.
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