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Problemas da educação não se restringem a faixas etárias, mas a toda a cadeia educacional
09/11/2022
http://www.jornaldaciencia.org.br/edicoes/?url=http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br
O alerta é de Daniel Cara, que lembra que o Brasil enfrenta hoje um déficit na educação, seja no repasse de verbas, seja na alfabetização; pensar no caminho da creche até o ensino superior é essencial
O novo governo, que assume em 2023 terá, entre outros desafios, o da educação. O Brasil foi o país com o maior tempo de escolas fechadas durante a pandemia e o orçamento para a educação é o menor em 10 anos. Os problemas, portanto, não são fruto de apenas quatro anos de governo Bolsonaro e, como afirma o professor e coordenador dos cursos de licenciatura da Faculdade de Educação, Daniel Cara, começaram ainda no governo Michel Temer.
“É importante dizer que esses problemas inclusive são cumulativos. O governo Bolsonaro sucede ao governo Michel Temer, que tinha apresentado a Emenda à Constituição 95/2016, promulgada pelo Congresso Nacional. [As verbas para saúde e educação] Nos dois casos foram praticamente congelados e vão ficar congelados até 2036, então o resultado disso aqui foi gravíssimo”, lembra o professor.
Houve uma desconstrução da política educacional e da saúde a partir da gestão passada, que passou para essa gestão. As verbas para custeio das universidades federais caíram 45%, enquanto os investimentos caíram 50%. “A gente vai precisar recuperar as políticas educacionais e os investimentos em educação, especialmente fazendo uma visão sistêmica da creche até a pós-graduação desde o Michel Temer. Mas centralmente a partir dos desmontes provocados pelo governo Jair Messias Bolsonaro”, enfatiza.
Leia na íntegra: Jornal da USP
O novo governo, que assume em 2023 terá, entre outros desafios, o da educação. O Brasil foi o país com o maior tempo de escolas fechadas durante a pandemia e o orçamento para a educação é o menor em 10 anos. Os problemas, portanto, não são fruto de apenas quatro anos de governo Bolsonaro e, como afirma o professor e coordenador dos cursos de licenciatura da Faculdade de Educação, Daniel Cara, começaram ainda no governo Michel Temer.
“É importante dizer que esses problemas inclusive são cumulativos. O governo Bolsonaro sucede ao governo Michel Temer, que tinha apresentado a Emenda à Constituição 95/2016, promulgada pelo Congresso Nacional. [As verbas para saúde e educação] Nos dois casos foram praticamente congelados e vão ficar congelados até 2036, então o resultado disso aqui foi gravíssimo”, lembra o professor.
Houve uma desconstrução da política educacional e da saúde a partir da gestão passada, que passou para essa gestão. As verbas para custeio das universidades federais caíram 45%, enquanto os investimentos caíram 50%. “A gente vai precisar recuperar as políticas educacionais e os investimentos em educação, especialmente fazendo uma visão sistêmica da creche até a pós-graduação desde o Michel Temer. Mas centralmente a partir dos desmontes provocados pelo governo Jair Messias Bolsonaro”, enfatiza.
Leia na íntegra: Jornal da USP