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Governo propõe aumento de verba em 9% para o MEC, mas corta de programas educacionais
06/09/2022
http://www.jornaldaciencia.org.br/edicoes/?url=http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br
Os cortes põem em risco o funcionamento da Educação Básica de Qualidade e do ensino superior, que perderam, respectivamente, R$ 1 bilhão e R$ 594,5 milhões, segundo o Todos Pela Educação
Por trás do aumento de 9% no orçamento total do Ministério da Educação, há severos cortes no projeto de lei orçamentária anual (PLOA) enviado pelo governo ao Congresso na quinta-feira. Os cortes põem em risco recurso essenciais para programas de desenvolvimento do ensino, como o Educação Básica de Qualidade e destinado ao ensino superior, que perderam, respectivamente, R$ 1 bilhão e R$ 594,5 milhões. A educação infantil, com uma diminuição de R$ 145 milhões, teve o maior corte percentual: 96%.
As comparações são entre o PLOA de 2022 e o proposto para 2023. O crescimento de R$ 12,7 bilhões no orçamento total se deve, basicamente, a gatilhos obrigatórios, em especial ao complemento que a União precisa fazer ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), enquanto investimentos foram reduzidos.
A pedido do GLOBO, o Todos Pela Educação analisou os principais cortes na pasta e os impactos que poderão ser sentidos já a partir do ano que vem.
Veja o texto na íntegra: O Globo
O Globo não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.
Por trás do aumento de 9% no orçamento total do Ministério da Educação, há severos cortes no projeto de lei orçamentária anual (PLOA) enviado pelo governo ao Congresso na quinta-feira. Os cortes põem em risco recurso essenciais para programas de desenvolvimento do ensino, como o Educação Básica de Qualidade e destinado ao ensino superior, que perderam, respectivamente, R$ 1 bilhão e R$ 594,5 milhões. A educação infantil, com uma diminuição de R$ 145 milhões, teve o maior corte percentual: 96%.
As comparações são entre o PLOA de 2022 e o proposto para 2023. O crescimento de R$ 12,7 bilhões no orçamento total se deve, basicamente, a gatilhos obrigatórios, em especial ao complemento que a União precisa fazer ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), enquanto investimentos foram reduzidos.
A pedido do GLOBO, o Todos Pela Educação analisou os principais cortes na pasta e os impactos que poderão ser sentidos já a partir do ano que vem.
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