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Uma a cada três universidades federais tem cota para trans
29/06/2022
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Processo de seleção ganha força nas instituições, mas está concentrado na pós-graduação
Faz calor e bate um sol incomum para o inverno em uma tarde de junho no campus de Santo André da Universidade Federal do ABC (UFBAC). Mas Mycaell Veloso não quer tirar o casaco. “Eu não quero que apareça”, diz o jovem de 25 anos sobre os seios e o corpo que planeja modificar. Mycaell é um dos 60 estudantes trans da UFABC, onde desde 2017 batalha por maior representatividade da comunidade LGBTQIA+.
“[A universidade] é um ambiente elitista e, por causa dos vícios que se perpetuam nesses espaços, as pessoas trans não se sentem no direito de estar onde estão.”
Veja o texto na íntegra: Valor
O Valor Econômico não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra.
Faz calor e bate um sol incomum para o inverno em uma tarde de junho no campus de Santo André da Universidade Federal do ABC (UFBAC). Mas Mycaell Veloso não quer tirar o casaco. “Eu não quero que apareça”, diz o jovem de 25 anos sobre os seios e o corpo que planeja modificar. Mycaell é um dos 60 estudantes trans da UFABC, onde desde 2017 batalha por maior representatividade da comunidade LGBTQIA+.
“[A universidade] é um ambiente elitista e, por causa dos vícios que se perpetuam nesses espaços, as pessoas trans não se sentem no direito de estar onde estão.”
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