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Quatro a cada 5 alunos de 6º ano não sabem interpretar texto
27/06/2022
http://www.jornaldaciencia.org.br/edicoes/?url=http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br
Dados referentes à América Latina e ao Caribe fazem parte de um relatório do Banco Mundial e do Unicef que alerta para danos à educação devido ao fechamento prolongado das escolas na pandemia
Um relatório do Banco Mundial e do Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) divulgado nesta quinta-feira (23) sobre os danos à educação na América Latina e no Caribe durante a pandemia aponta que cerca de 4 em cada 5 alunos do sexto ano nessa região não são capazes de interpretar adequadamente um texto de extensão moderada.
De acordo com o documento, o fechamento prolongado das escolas América Latina e no Caribe durante a crise da covid-19 pode ter provocado um atraso equivalente a mais de uma década nos resultados de aprendizagem na região. Com essa defasagem no ensino, há a possibilidade de os estudantes terem redução de 12% na renda ao longo da vida.
O estudo também aponta que as crianças mais jovens e vulneráveis são as que sofrem os maiores impactos causados por esse cenário. “O fato de a grande maioria dos estudantes do sexto ano do ensino fundamental poder ter dificuldades para compreender o que lê compromete o bem-estar futuro de milhões de crianças que não desenvolveram habilidades críticas fundamentais, o que aumenta os riscos de agravamento das desigualdades de longa data na região”, afirmou Carlos Felipe Jaramillo, vice-presidente do Banco Mundial para a região da América Latina e do Caribe.
Leia na íntegra: Nexo
Um relatório do Banco Mundial e do Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) divulgado nesta quinta-feira (23) sobre os danos à educação na América Latina e no Caribe durante a pandemia aponta que cerca de 4 em cada 5 alunos do sexto ano nessa região não são capazes de interpretar adequadamente um texto de extensão moderada.
De acordo com o documento, o fechamento prolongado das escolas América Latina e no Caribe durante a crise da covid-19 pode ter provocado um atraso equivalente a mais de uma década nos resultados de aprendizagem na região. Com essa defasagem no ensino, há a possibilidade de os estudantes terem redução de 12% na renda ao longo da vida.
O estudo também aponta que as crianças mais jovens e vulneráveis são as que sofrem os maiores impactos causados por esse cenário. “O fato de a grande maioria dos estudantes do sexto ano do ensino fundamental poder ter dificuldades para compreender o que lê compromete o bem-estar futuro de milhões de crianças que não desenvolveram habilidades críticas fundamentais, o que aumenta os riscos de agravamento das desigualdades de longa data na região”, afirmou Carlos Felipe Jaramillo, vice-presidente do Banco Mundial para a região da América Latina e do Caribe.
Leia na íntegra: Nexo