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Olimpíada Brasileira de Matemática cresce e chega às crianças da alfabetização
03/05/2022
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A organização do evento está lançando a Olimpíada Mirim, primeira competição científica da área voltada para alunos do 2º ao 5º ano do Ensino Fundamental das escolas públicas
Maior olimpíada científica do país, a Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep) vai crescer ainda mais. A organização do evento está lançando a Olimpíada Mirim, primeira competição científica da área voltada para alunos do 2º ao 5º ano do Ensino Fundamental. É a primeira vez que crianças de 2º e 3º ano vão participar de uma competição de conhecimento em nível nacional.
— A Obmep desperta o interesse nos alunos para se aprofundar em alguns temas. Não só da Matemática, mas outras de que participamos também. Ela é uma ferramenta de apoio do estudante na escola. E quanto mais cedo, acredito que seja melhor para eles entenderem que a olimpíada é um caminho bom — afirma Roberto Filho, professor da Escola Municipal dr. Pompeu Armento, em Maceió, que inscreverá o colégio na competição a partir do 2º ano. — A gente nota nos alunos um interesse em aprender mais, buscar o desconhecido, o novo. A olimpíada ajuda a despertar isso. Estamos agora no meio da Olimpíada de Astronomia e estamos fazendo um foguete!
Veja o texto na íntegra: O Globo
O Globo não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.
Maior olimpíada científica do país, a Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep) vai crescer ainda mais. A organização do evento está lançando a Olimpíada Mirim, primeira competição científica da área voltada para alunos do 2º ao 5º ano do Ensino Fundamental. É a primeira vez que crianças de 2º e 3º ano vão participar de uma competição de conhecimento em nível nacional.
— A Obmep desperta o interesse nos alunos para se aprofundar em alguns temas. Não só da Matemática, mas outras de que participamos também. Ela é uma ferramenta de apoio do estudante na escola. E quanto mais cedo, acredito que seja melhor para eles entenderem que a olimpíada é um caminho bom — afirma Roberto Filho, professor da Escola Municipal dr. Pompeu Armento, em Maceió, que inscreverá o colégio na competição a partir do 2º ano. — A gente nota nos alunos um interesse em aprender mais, buscar o desconhecido, o novo. A olimpíada ajuda a despertar isso. Estamos agora no meio da Olimpíada de Astronomia e estamos fazendo um foguete!
Veja o texto na íntegra: O Globo
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