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Três áreas são responsáveis por metade das desistências de bolsistas na pós-graduação, diz estudo
26/04/2022
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Levantamento da UFRGS aponta ainda que dificuldades de adaptação, desempenho insatisfatório e problemas de saúde são as principais dificuldades apresentadas para a evasão do mestrado e doutorado
Apenas três das nove áreas de avaliação são responsáveis por mais da metade (56%) das desistências de bolsistas da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) de mestrado e doutorado, nas universidades brasileiras. A descoberta é da tese de doutorado de Patrícia Paiva, pesquisadora no Programa de Pós-graduação em Educação em Ciências (PPgECi) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Na lista, estão as engenharias, as ciências exatas e da terra e ciências agrárias, com respectivamente, 23,10%, 19,40% e 13,55% dos desistentes.
O estudo analisou os dados dos 9.247 bolsistas que deixaram a pós-graduação entre 2010 e 2018. Eles representam 4% de todos os pesquisadores que receberam bolsas através do Programa de Demanda Social (DS) da Capes.
— Entendo que os orientadores têm que ser melhor preparados para lidar com as pessoas. Não somos máquinas. E as instituições têm também um papel muito importante para criar e manter uma integração acadêmica e social com os alunos que os protejam — afirma Paiva, autora do estudo.
Veja o texto na íntegra: O Globo
O Globo não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.
Apenas três das nove áreas de avaliação são responsáveis por mais da metade (56%) das desistências de bolsistas da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) de mestrado e doutorado, nas universidades brasileiras. A descoberta é da tese de doutorado de Patrícia Paiva, pesquisadora no Programa de Pós-graduação em Educação em Ciências (PPgECi) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Na lista, estão as engenharias, as ciências exatas e da terra e ciências agrárias, com respectivamente, 23,10%, 19,40% e 13,55% dos desistentes.
O estudo analisou os dados dos 9.247 bolsistas que deixaram a pós-graduação entre 2010 e 2018. Eles representam 4% de todos os pesquisadores que receberam bolsas através do Programa de Demanda Social (DS) da Capes.
— Entendo que os orientadores têm que ser melhor preparados para lidar com as pessoas. Não somos máquinas. E as instituições têm também um papel muito importante para criar e manter uma integração acadêmica e social com os alunos que os protejam — afirma Paiva, autora do estudo.
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