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Na contramão mundial, Brasil reduz diplomados em áreas estratégicas
22/03/2022
http://www.jornaldaciencia.org.br/edicoes/?url=http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br
Em universidades públicas, fatia de formandos caiu, de 2009 a 2019, em áreas como engenharia, agricultura e saúde
Na contramão da tendência mundial, o número de diplomados por universidades brasileiras em boa parte das áreas conhecidas como STEM (Ciências, Engenharia, Matemática e Computação) caiu ao longo de uma década. De 67 mil formados nessa área em 2009, o número despencou para 60 mil em 2019.
Esses campos são estratégicos tanto para o mercado de trabalho quanto para inovações científicas, e a queda do número de especializados prejudica ainda mais o país na corrida pela economia do futuro.
Veja o texto na íntegra: Folha de S. Paulo
O Grupo Folha não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.
Na contramão da tendência mundial, o número de diplomados por universidades brasileiras em boa parte das áreas conhecidas como STEM (Ciências, Engenharia, Matemática e Computação) caiu ao longo de uma década. De 67 mil formados nessa área em 2009, o número despencou para 60 mil em 2019.
Esses campos são estratégicos tanto para o mercado de trabalho quanto para inovações científicas, e a queda do número de especializados prejudica ainda mais o país na corrida pela economia do futuro.
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