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Pós em segurança de barragens crescem depois de Brumadinho
19/06/2019
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Profissionais e empresas buscam mais cursos de gestão ambiental, que receberam ajustes no conteúdo após desastre ocorrido em Minas Gerais. Brasil tem mais de 24 mil barragensDesde 2017, a engenheira civil Gabrielle Bourdeaux, de 24 anos, tentava se matricular na Pós-Graduação em Segurança de Barragens oferecida pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas da Universidade de São Paulo (IPT-USP). Não conseguia porque o curso nunca obtinha o número mínimo de alunos para formar turmas. Agora em 2019 a espera acabou: Gabrielle e outros 16 colegas iniciaram as aulas em março. O aumento da procura foi resultado do desastre de Brumadinho. Em 25 de janeiro, o rompimento da barragem da Mina Córrego do Feijão deixou 246 mortos e 24 desaparecidos.Além daqueles profissionais que começaram a se interessar pelo assunto com o ocorrido, percebemos uma maior preocupação das empresas, que subsidiam esse tipo de especialização, afirma o coordenador do curso, José Maria de Camargo Barros. É o mesmo efeito relatado por outras instituições com ofertas de formações semelhantes, como o Instituto de Educação Tecnológica (Ietec), com sede em Belo Horizonte, e o Grupo IDD, instituição de ensino e pesquisa em Engenharia Civil e em Arquitetura e Urbanismo, com sede em Curitiba. Ambos oferecem formação presencial e a distância.Leia na íntegra: O Estado de S. PauloO Estado de S. Paulo não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra para quem não é assinante. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.