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MEC à prova
25/04/2019
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Após crises e demissões, especialistas em educação dizem ser hora de mirar no essencial – e contam o que éApós meses de indefinições e uma crise interna que levou a um troca-troca de funcionários de diferentes escalões no MEC (Ministério da Educação), o presidente Jair Bolsonaro (PSL) decidiu, no dia 8 de abril, demitir o colombiano Ricardo Vélez Rodríguez e nomear o economista Abraham Weintraub para comandar a pasta.Ambos têm em comum a indicação ao cargo pelo escritor Olavo de Carvalho, o guru intelectual de Bolsonaro.Desde março, uma série de desentendimentos entre figuras ligadas a militares e discípulos de Olavo expôs a crise interna no MEC. O jogo de forças levou à exoneração de mais de dez pessoas do alto escalão do ministério, incluindo Vélez e comprometendo o funcionamento da Pasta.Com isso, no saldo dos 100 primeiros dias de governo, a única medida apresentada pelo MEC foi um decreto da Política Nacional de Alfabetização, que prioriza o chamado método fônico. A adoção de uma única metodologia foi alvo de críticas.Weintraub, ao tomar posse, disse que seu objetivo é acalmar os ânimos. Mas também deu a entender que não teria problemas em tirar do ministério quem não estiver de acordo com o rumo dado por ele à pasta.Mas o que deve ser encarado como prioridade pelo novo ministro? Consultadas pelo UOL, especialistas da educação elencaram quatro pontos iniciais.Leia na íntegra: UOL