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Supervisão vai refletir no aprendizado
28/08/2008
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=11124
O ministro da Educação, Fernando Haddad, disse que os efeitos da supervisão nos cursos de direito irão repercutir não só no aprendizado de alunos ingressantes, mas também nos que já estão matriculados. A afirmação foi feita nesta quarta-feira, 27, durante a divulgação do balanço do processo de supervisão.
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<P>“A ação de supervisionar os cursos é necessária para que o estudante tenha segurança ao se matricular numa instituição de ensino superior”, afirmou Haddad. O ministro ainda ressaltou que os alunos podem acessar no portal do MEC o compromisso que cada instituição firmou por meio dos termos de saneamento de deficiências.</P>
<P>Para Haddad, o processo de supervisão dos cursos de direito apontou, pelo menos, três aspectos relevantes. O primeiro se refere à compreensão das instituições, que estabeleceram acordos com o ministério. Em segundo lugar, a ação se configurou num projeto-piloto, que norteou o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) na finalização da construção do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes). Por fim, o processo consolidou uma jurisprudência favorável à regulamentação e supervisão de cursos superiores junto ao Poder Judiciário.</P>
<P>“Estamos construindo um marco regulatório para o ensino superior no país. O Sinaes veio justamente para sanear as deficiências diagnosticadas nos cursos superiores. Fizemos um piloto com os cursos de direito e, agora, temos condições de aplicar a mesma metodologia para as outras áreas do conhecimento”, explicou o ministro. Os próximos cursos a passar por supervisão serão o de medicina e o de pedagogia.</P>
<P>O secretário de Educação Superior do MEC, Ronaldo Mota, disse que as visitas semestrais da comissão de supervisão aos cursos de direito começam em setembro. “Estamos realizando todo o processo no menor tempo possível, com qualidade. Com isso, os estudantes já matriculados também podem ser beneficiados”, destacou. </P>
<P>O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cezar Britto, acredita que, a partir da melhoria dos cursos, mais pessoas serão aprovadas no exame do conselho. “A meta é buscar a qualidade dos profissionais, até porque não há a profissão de bacharel em direito; há advogados ou aqueles que passam por concursos públicos.”</P>
<P><FONT size=1>Letícia Tancredi<BR><A href="http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=11124">http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=11124</A></FONT></P>
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<P>“A ação de supervisionar os cursos é necessária para que o estudante tenha segurança ao se matricular numa instituição de ensino superior”, afirmou Haddad. O ministro ainda ressaltou que os alunos podem acessar no portal do MEC o compromisso que cada instituição firmou por meio dos termos de saneamento de deficiências.</P>
<P>Para Haddad, o processo de supervisão dos cursos de direito apontou, pelo menos, três aspectos relevantes. O primeiro se refere à compreensão das instituições, que estabeleceram acordos com o ministério. Em segundo lugar, a ação se configurou num projeto-piloto, que norteou o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) na finalização da construção do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes). Por fim, o processo consolidou uma jurisprudência favorável à regulamentação e supervisão de cursos superiores junto ao Poder Judiciário.</P>
<P>“Estamos construindo um marco regulatório para o ensino superior no país. O Sinaes veio justamente para sanear as deficiências diagnosticadas nos cursos superiores. Fizemos um piloto com os cursos de direito e, agora, temos condições de aplicar a mesma metodologia para as outras áreas do conhecimento”, explicou o ministro. Os próximos cursos a passar por supervisão serão o de medicina e o de pedagogia.</P>
<P>O secretário de Educação Superior do MEC, Ronaldo Mota, disse que as visitas semestrais da comissão de supervisão aos cursos de direito começam em setembro. “Estamos realizando todo o processo no menor tempo possível, com qualidade. Com isso, os estudantes já matriculados também podem ser beneficiados”, destacou. </P>
<P>O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cezar Britto, acredita que, a partir da melhoria dos cursos, mais pessoas serão aprovadas no exame do conselho. “A meta é buscar a qualidade dos profissionais, até porque não há a profissão de bacharel em direito; há advogados ou aqueles que passam por concursos públicos.”</P>
<P><FONT size=1>Letícia Tancredi<BR><A href="http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=11124">http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=11124</A></FONT></P>