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A procura do novo, artigo de Eloi Garcia
26/03/2012
http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=81692
Eloi S.
Garcia é ex-presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), pesquisador
titular do Instituto Oswaldo Cruz, assessor da presidência do Instituto
Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia, e membro da Academia
Brasileira de Ciências (desde 1982). Artigo enviado ao JC Email pelo
autor.
A solução dos principais problemas econômicos que
afetam os países depende, em parte, da imaginação e criatividade das
Universidades, Institutos de Pesquisas e Indústrias. Em crise é
importante aprender a desenvolver novos pensamentos e idéias buscando
soluções rápidas para os problemas enfrentados.
Ter a mente aberta e criativa, fugir do convencional e criar um
ambiente propício para novas soluções é a estrada a ser seguida. Os
processos e produtos originais das empresas melhoram suas atividades em
tempos de turbulências sociais e econômicas.
As organizações necessitam de pessoas com muita curiosidade, paixão e
vontade de buscar o inovativo, original e rentável. Ser inovativo,
inclusive, depende das similaridades e diferenças entre criatividade e
desenvolvimento. Entre eles está à curiosidade, definida como a
capacidade da busca de inspiração e habilidade de transformar um
conhecimento novo em algum produto rentável.
Tem que ter paixão e clareza nos objetivos, equipes inovadoras
multidisciplinares que trabalham de maneira dirigida ou orientada - além
de diminuir a burocracia que destrói - e buscam resultados
desenvolvidos pela criatividade. Hoje está claro que a criatividade é a
habilidade mais importante para o futuro de uma empresa com pensamento
globalizante.
O saber inovar em processos, produtos e serviços, são características
do mundo do futuro. Diminuir as estruturas arcaicas das empresas que
afugentam a criatividade e inovação ao invés de estimulá-las é
fundamental.
Imaginação e criatividade são inatas a qualquer pessoa e devem ser
desenvolvidas, preservadas ou recuperadas. É importante fugir do
conceito tradicional de inovação de como criar produtos, mas também
desenvolver atitude de um pensamento novo e criativo. Sem criatividade
não há inovação industrial.
Garcia é ex-presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), pesquisador
titular do Instituto Oswaldo Cruz, assessor da presidência do Instituto
Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia, e membro da Academia
Brasileira de Ciências (desde 1982). Artigo enviado ao JC Email pelo
autor.
A solução dos principais problemas econômicos que
afetam os países depende, em parte, da imaginação e criatividade das
Universidades, Institutos de Pesquisas e Indústrias. Em crise é
importante aprender a desenvolver novos pensamentos e idéias buscando
soluções rápidas para os problemas enfrentados.
Ter a mente aberta e criativa, fugir do convencional e criar um
ambiente propício para novas soluções é a estrada a ser seguida. Os
processos e produtos originais das empresas melhoram suas atividades em
tempos de turbulências sociais e econômicas.
As organizações necessitam de pessoas com muita curiosidade, paixão e
vontade de buscar o inovativo, original e rentável. Ser inovativo,
inclusive, depende das similaridades e diferenças entre criatividade e
desenvolvimento. Entre eles está à curiosidade, definida como a
capacidade da busca de inspiração e habilidade de transformar um
conhecimento novo em algum produto rentável.
Tem que ter paixão e clareza nos objetivos, equipes inovadoras
multidisciplinares que trabalham de maneira dirigida ou orientada - além
de diminuir a burocracia que destrói - e buscam resultados
desenvolvidos pela criatividade. Hoje está claro que a criatividade é a
habilidade mais importante para o futuro de uma empresa com pensamento
globalizante.
O saber inovar em processos, produtos e serviços, são características
do mundo do futuro. Diminuir as estruturas arcaicas das empresas que
afugentam a criatividade e inovação ao invés de estimulá-las é
fundamental.
Imaginação e criatividade são inatas a qualquer pessoa e devem ser
desenvolvidas, preservadas ou recuperadas. É importante fugir do
conceito tradicional de inovação de como criar produtos, mas também
desenvolver atitude de um pensamento novo e criativo. Sem criatividade
não há inovação industrial.