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Brasil e Japão discutem cooperação espacial
02/02/2012
http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=80985
A cooperação entre Brasil e Japão na área espacial foi tema de reunião no Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) nesta terça-feira (31). A AEB e a embaixada do Japão promovem seminário em Brasília.
A Agência Espacial Brasileira (AEB) e a embaixada do Japão, em Brasília, promovem hoje (1º), o Seminário sobre a Cooperação Espacial Brasil-Japão, que terá como ponto principal a conferência do Diretor-Executivo da Agência de Exploração Espacial do Japão (JAXA), Hideshi Kozawa.
No evento serão abordados o Programa Espacial do Japão e os mais recentes exemplos de como proteger o meio ambiente e reduzir o impacto dos desastres naturais por meio do uso de satélites de observação da Terra e de satélites de comunicação. Também serão discutidas as possibilidades de cooperação espacial Brasil-Japão com parcerias entre os setores público e privado dos dois países, bem como de cooperação com países sul-americanos no uso dos conhecimentos espaciais. O papel das joint ventures e a colaboração entre instituições de pesquisa científica e tecnológica também farão parte dos assuntos tratados.
O objetivo é fomentar amplo intercâmbio de ideias que resultem em possíveis projetos concretos em áreas espaciais de interesse dos dois países.
Em reunião realizada ontem (31) com o ministro Marco Antonio Raupp, o diretor da Japan Aeroespace Exploration Agency (Jaxa), Hideshi Kozawa, e o diretor de Política Espacial da Agência Espacial Brasileira (AEB), Himilcon de Castro Carvalho, os participantes reiteraram o desejo de parcerias tanto entre os governos como entre empresas das duas nações. O ministro Raupp defendeu que os esforços conjuntos abarquem tecnologia, aplicação e indústria.
Ele propôs que o ponto de partida seja o Programa Internacional de Medidas de Precipitação (Global Precipitation Measurement - GPM), desenvolvido pela agência espacial japonesa e pela National Aeronautics and Space Administration (Nasa, dos EUA) e aberto à participação internacional por meio de agências espaciais e meteorológicas. A iniciativa visa a monitorar globalmente, com satélites, as precipitações na atmosfera, em alta resolução temporal. O Brasil participa do programa com campanhas científicas, desenvolvimento de algoritmos e desenvolvimento de um satélite da constelação.
Raupp destacou que o País está consolidando o Sistema Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais e um acordo nesse âmbito poderia ter um impacto muito positivo. "A ideia é começar com algo bem concreto e depois estimular a ampliação dos trabalhos conjuntos", disse.
(Ascom da AEB e do MCTI)
A Agência Espacial Brasileira (AEB) e a embaixada do Japão, em Brasília, promovem hoje (1º), o Seminário sobre a Cooperação Espacial Brasil-Japão, que terá como ponto principal a conferência do Diretor-Executivo da Agência de Exploração Espacial do Japão (JAXA), Hideshi Kozawa.
No evento serão abordados o Programa Espacial do Japão e os mais recentes exemplos de como proteger o meio ambiente e reduzir o impacto dos desastres naturais por meio do uso de satélites de observação da Terra e de satélites de comunicação. Também serão discutidas as possibilidades de cooperação espacial Brasil-Japão com parcerias entre os setores público e privado dos dois países, bem como de cooperação com países sul-americanos no uso dos conhecimentos espaciais. O papel das joint ventures e a colaboração entre instituições de pesquisa científica e tecnológica também farão parte dos assuntos tratados.
O objetivo é fomentar amplo intercâmbio de ideias que resultem em possíveis projetos concretos em áreas espaciais de interesse dos dois países.
Em reunião realizada ontem (31) com o ministro Marco Antonio Raupp, o diretor da Japan Aeroespace Exploration Agency (Jaxa), Hideshi Kozawa, e o diretor de Política Espacial da Agência Espacial Brasileira (AEB), Himilcon de Castro Carvalho, os participantes reiteraram o desejo de parcerias tanto entre os governos como entre empresas das duas nações. O ministro Raupp defendeu que os esforços conjuntos abarquem tecnologia, aplicação e indústria.
Ele propôs que o ponto de partida seja o Programa Internacional de Medidas de Precipitação (Global Precipitation Measurement - GPM), desenvolvido pela agência espacial japonesa e pela National Aeronautics and Space Administration (Nasa, dos EUA) e aberto à participação internacional por meio de agências espaciais e meteorológicas. A iniciativa visa a monitorar globalmente, com satélites, as precipitações na atmosfera, em alta resolução temporal. O Brasil participa do programa com campanhas científicas, desenvolvimento de algoritmos e desenvolvimento de um satélite da constelação.
Raupp destacou que o País está consolidando o Sistema Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais e um acordo nesse âmbito poderia ter um impacto muito positivo. "A ideia é começar com algo bem concreto e depois estimular a ampliação dos trabalhos conjuntos", disse.
(Ascom da AEB e do MCTI)