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Dilma: Brasil quer alcançar 1,2 milhão de matrículas em universidades federais até 2014

22/08/2011 http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=78931
"Temos que ter consciência de que estamos vivendo uma situação
mundial de muitas turbulências lá fora. Estamos preparados para
atravessar esse momento de instabilidade econômica mundial, mas não
podemos descuidar. Temos que enfrentar os desafios de hoje sem tirar os
olhos do amanhã."Para a
presidente, um salto na educação brasileira pode contribuir para o
enfrentamento da crise econômica que atinge países como os Estados
Unidos e os da União Europeia.
A presidente Dilma Rousseff afirmou hoje (22) que o
governo tem como meta alcançar 1,2 milhão de matrículas em universidade
federais até 2014. Na semana passada, foi anunciada a criação de quatro
unidades em estados do Norte e do Nordeste. Com a expansão, a rede
federal passa a contar com 63 universidades.
 
No programa semanal Café com a Presidenta, Dilma avaliou o anúncio
como um passo importante na terceira fase do Plano de Expansão da Rede
Federal de Educação, formada por universidades federais e também por
Institutos Federais de Educação Profissional, Ciência e Tecnologia
(Ifets).
 
"Estamos criando condições para formar engenheiros, médicos,
agrônomos, professores, dentistas e técnicos das mais diversas
especializações, em municípios dos mais diferentes tamanhos, em todas as
regiões", afirmou a presidente.
 
Dilma lembrou que cidades com mais de 50 mil habitantes foram
priorizadas na escolha dos locais para as universidades. Segundo ela,
tratam-se de microrregiões onde não existiam unidades da rede federal,
sobretudo no interior do país. Também foram considerados municípios com
elevado percentual de pobreza e com mais de 80 mil habitantes, mas onde
as prefeituras têm dificuldade de investir em educação.
 
"Antes, para realizar o sonho de ter uma profissão, o jovem tinha que
sair de casa, viajar para estudar na capital ou nos grandes centros
urbanos. Agora, o ensino universitário, o ensino tecnológico está indo
onde o cidadão mora ou nas suas vizinhanças", explicou.
 
Para a presidente, um salto na educação brasileira pode contribuir
para o enfrentamento da crise econômica que atinge países como os
Estados Unidos e os da União Europeia.
 

(Agência Brasil)
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