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Aprendizado na zona rural será debatido
24/07/2008
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=10921
<P>O ensino voltado às crianças de zero a seis anos que moram no campo será debatido nos dias <STRONG>30 e 31 de julho</STRONG>, em Brasília, no Ministério da Educação. Um seminário discutirá as características e necessidades dessas crianças, para que seja elaborada uma proposta de educação infantil que atenda às demandas de aprendizado em zonas rurais.</P>
<P>“A educação infantil no campo representa a menor taxa de freqüência escolar da educação básica”, diz a coordenadora de educação infantil da Secretaria de Educação Básica (SEB), Rita Coelho. Segundo ela, é preciso descobrir as razões que levam à baixa freqüência, debater a concepção de educação infantil no campo – que difere da educação ofertada em áreas urbanas – e construir políticas públicas com base nessas discussões.</P>
<P>“Queremos saber se a demanda é pequena no campo ou se a oferta é insuficiente para atender as crianças”, ressalta Rita. A coordenadora explica que, para oferecer educação infantil de qualidade no campo, além dos problemas da oferta, é preciso levar em conta as características dos habitantes. “São povos ribeirinhos, da floresta, do sertão, da agricultura familiar, populações que vivem em assentamentos”, exemplifica. </P>
<P>De acordo com Rita, as políticas públicas de educação infantil obedecem hoje a parâmetros urbanos de atendimento. No campo, diz Rita, muitas crianças da creche aos primeiros anos do ensino fundamental – entre zero e dez anos – estudam juntas em salas multisseriadas porque não há concentração de demanda suficiente que justifique salas específicas para cada turma ou faixa etária. </P>
<P>“Precisamos pensar um projeto arquitetônico, rotinas de atendimento e formação de professores para a educação no campo”, destaca Rita. Para a coordenadora-geral de educação no campo da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad), Sara Lima, o encontro oferecerá subsídios para definir uma política para a educação infantil nessas áreas. “Vamos escutar gestores, pesquisadores, representantes de movimentos sociais, para saber qual a melhor política para atender essa faixa etária”, afirma.</P>
<P>O seminário reunirá estudiosos e pesquisadores do tema, representantes de universidades, da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), do Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed), do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST), entre outros. O encontro é iniciativa do grupo de trabalho Educação Infantil no Campo, formado por técnicos dos Ministérios da Educação e do Desenvolvimento Agrário.</P>
<P><FONT size=1>Maria Clara Machado</FONT></P>
<P><A href="http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=10921"><FONT size=1>http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=10921</FONT></A></P>
<P>“A educação infantil no campo representa a menor taxa de freqüência escolar da educação básica”, diz a coordenadora de educação infantil da Secretaria de Educação Básica (SEB), Rita Coelho. Segundo ela, é preciso descobrir as razões que levam à baixa freqüência, debater a concepção de educação infantil no campo – que difere da educação ofertada em áreas urbanas – e construir políticas públicas com base nessas discussões.</P>
<P>“Queremos saber se a demanda é pequena no campo ou se a oferta é insuficiente para atender as crianças”, ressalta Rita. A coordenadora explica que, para oferecer educação infantil de qualidade no campo, além dos problemas da oferta, é preciso levar em conta as características dos habitantes. “São povos ribeirinhos, da floresta, do sertão, da agricultura familiar, populações que vivem em assentamentos”, exemplifica. </P>
<P>De acordo com Rita, as políticas públicas de educação infantil obedecem hoje a parâmetros urbanos de atendimento. No campo, diz Rita, muitas crianças da creche aos primeiros anos do ensino fundamental – entre zero e dez anos – estudam juntas em salas multisseriadas porque não há concentração de demanda suficiente que justifique salas específicas para cada turma ou faixa etária. </P>
<P>“Precisamos pensar um projeto arquitetônico, rotinas de atendimento e formação de professores para a educação no campo”, destaca Rita. Para a coordenadora-geral de educação no campo da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad), Sara Lima, o encontro oferecerá subsídios para definir uma política para a educação infantil nessas áreas. “Vamos escutar gestores, pesquisadores, representantes de movimentos sociais, para saber qual a melhor política para atender essa faixa etária”, afirma.</P>
<P>O seminário reunirá estudiosos e pesquisadores do tema, representantes de universidades, da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), do Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed), do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST), entre outros. O encontro é iniciativa do grupo de trabalho Educação Infantil no Campo, formado por técnicos dos Ministérios da Educação e do Desenvolvimento Agrário.</P>
<P><FONT size=1>Maria Clara Machado</FONT></P>
<P><A href="http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=10921"><FONT size=1>http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=10921</FONT></A></P>