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Evasão em cursos técnicos é menor

18/07/2008 http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=10887<br>
<P>No Brasil há cerca de 3,5 milhões de jovens com mais de 18 anos matriculados no ensino regular. De acordo com o ministro da Educação, Fernando Haddad, manter estes jovens em cursos regulares é uma perda. “Eles ficam desmotivados porque não vêem aplicabilidade no conteúdo. A evasão é muito grande. O Brasil desperdiça dinheiro e os estudantes perdem tempo”, explicou. </P>
<P>Dados do Ministério da Educação comprovam que a evasão em turmas de cursos técnicos e profissionalizantes é muito inferior entre os estudantes com mais de 18 anos. “A evasão&nbsp; é menor por que os alunos encontram na educação profissionalizante uma opção para suas vidas”, esclareceu Haddad. As declarações foram dadas durante uma reunião, feita nesta quinta-feira, 17, na sede do MEC, em Brasília, com membros do Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de Ciência e Tecnologia (Consecti). </P>
<P>Durante o encontro, Haddad pediu o auxílio dos secretários de Ciência e Tecnologia para aumentar o número de alunos matriculados no Programa Nacional de Integração da Educação Profissional com a Educação Básica na Modalidade de Educação de Jovens e Adultos (Proeja). “Matricular os alunos no Proeja traz mais recursos para os estados e mais aproveitamento para os jovens”, defendeu.&nbsp;&nbsp;&nbsp; </P>
<P>Pela legislação atual, fica a cargo dos estados decidir se o ensino técnico e profissionalizante é de responsabilidade da secretaria de educação ou da pasta de Ciência e Tecnologia. “Os estados têm autonomia para decidir sobre isso, mas existem exigências que devem ser cumpridas como, por exemplo, a elaboração do Plano de Ações Articuladas (PAR) e o preenchimento do Censo Escolar”, esclareceu o ministro.</P>
<P><STRONG>Solicitações</STRONG> – O presidente da Consecti, Alexandre Cardoso, defendeu uma interação maior da entidade com o MEC. “Precisamos sentar juntos para evitar que haja a sobreposição de ações”, disse, referindo-se a localidades que possuem atendimento semelhante&nbsp; proporcionado tanto pelo estado quanto pela União. De acordo com ele, é preciso diversificar a oferta de cursos técnicos e profissionalizantes. </P>
<P><FONT size=1>Ana Guimarães</FONT></P>
<P><A href="http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=10887"><FONT size=1>http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=10887</FONT></A></P>
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