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Inovação em alta velocidade
29/09/2010
http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=73731
Na conferência de abertura da Reunião Regional da SBPC em Lavras (MG), especialistas falam sobre a importância de se discutir a quantidade e a velocidade das práticas de inovação nas universidades, empresas e órgãos públicos<BR><BR>
<P>Apesar das dificuldades para muitas vezes se entender todo o processo de inovação, universidades, empresas e prefeituras devem se unir para que novos produtos e processos possam solucionar os grandes problemas da sociedade. Nesse contexto, uma das grandes questões que hoje precisam ser discutidas não é mais a importância ou a necessidade de inovar, mas sim a quantidade e a velocidade dessa prática, tanto nas empresas como na esfera pública.</P>
<P>Esse foi o recado dado por Evaldo Ferreira Vilela, secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais, na conferência de abertura da Reunião Regional da SBPC em Lavras (MG), na manhã desta segunda-feira (27/9). O título de sua apresentação foi "Como pode o município se desenvolver no mundo da inovação: a economia do conhecimento no território".</P>
<P>"Para que sejam os motores da inovação, Estados e municípios devem aproveitar suas vantagens competitivas e criar ambientes favoráveis para oferecer muito mais velocidade a essa atividade. Os gestores públicos devem trabalhar duro, portanto, para fazer parte de pelo menos uma das etapas do amplo sistema da inovação", disse o também professor da Universidade Federal de Viçosa (UFV).</P>
<P>O evento, que vai até 1º de outubro no campus da Universidade Federal de Lavras (Ufla), tem o objetivo de discutir políticas públicas de ciência e tecnologia (C&T) e disponibilizar conhecimentos que possam ajudar a promover o desenvolvimento econômico e social da região.</P>
<P>Segundo Vilela, assim como no ambiente coorporativo das grandes empresas, a inovação nos municípios está ligada diretamente a características como oportunidades, concorrência, incentivos fiscais, novos talentos e visão empreendedora. "Por outro lado, a inovação não prospera onde existem preconceitos, aversão ao risco, desorganização e falta de planejamento", apontou.</P>
<P>Boas oportunidades para a inovação, prosseguiu o docente, o Brasil e outros países da América Latina têm de sobra, o que pôde ser demonstrado por duas reportagens recentes da revista The Economist.</P>
<P>"Na semana passada, em sua matéria de capa a publicação apresentou o nosso continente como uma janela de oportunidades para a inovação. Mas apesar desse reconhecimento, ainda precisamos trabalhar muito para realmente conseguirmos usar essas oportunidades em benefício da sociedade", disse.</P>
<P>O presidente da SBPC, Marco Antônio Raupp, disse na ocasião que o incentivo à inovação tecnológica a nível municipal passa, entre outras questões, pelo convencimento de toda a sociedade da importância da destinação de recursos públicos em atividades de pesquisa.</P>
<P>"E esse é um dos objetivos das reuniões regionais da SBPC: buscar novos desdobramentos das economias locais e congregar os interesses municipais a partir das atividades de inovação, de modo que o cidadão comum realmente entenda o valor que a ciência e a tecnologia podem ter em seu cotidiano", afirmou.</P>
<P><FONT size=1>(Thiago Romero, da Assessoria de Imprensa da SBPC)</FONT></P>
<P>Apesar das dificuldades para muitas vezes se entender todo o processo de inovação, universidades, empresas e prefeituras devem se unir para que novos produtos e processos possam solucionar os grandes problemas da sociedade. Nesse contexto, uma das grandes questões que hoje precisam ser discutidas não é mais a importância ou a necessidade de inovar, mas sim a quantidade e a velocidade dessa prática, tanto nas empresas como na esfera pública.</P>
<P>Esse foi o recado dado por Evaldo Ferreira Vilela, secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais, na conferência de abertura da Reunião Regional da SBPC em Lavras (MG), na manhã desta segunda-feira (27/9). O título de sua apresentação foi "Como pode o município se desenvolver no mundo da inovação: a economia do conhecimento no território".</P>
<P>"Para que sejam os motores da inovação, Estados e municípios devem aproveitar suas vantagens competitivas e criar ambientes favoráveis para oferecer muito mais velocidade a essa atividade. Os gestores públicos devem trabalhar duro, portanto, para fazer parte de pelo menos uma das etapas do amplo sistema da inovação", disse o também professor da Universidade Federal de Viçosa (UFV).</P>
<P>O evento, que vai até 1º de outubro no campus da Universidade Federal de Lavras (Ufla), tem o objetivo de discutir políticas públicas de ciência e tecnologia (C&T) e disponibilizar conhecimentos que possam ajudar a promover o desenvolvimento econômico e social da região.</P>
<P>Segundo Vilela, assim como no ambiente coorporativo das grandes empresas, a inovação nos municípios está ligada diretamente a características como oportunidades, concorrência, incentivos fiscais, novos talentos e visão empreendedora. "Por outro lado, a inovação não prospera onde existem preconceitos, aversão ao risco, desorganização e falta de planejamento", apontou.</P>
<P>Boas oportunidades para a inovação, prosseguiu o docente, o Brasil e outros países da América Latina têm de sobra, o que pôde ser demonstrado por duas reportagens recentes da revista The Economist.</P>
<P>"Na semana passada, em sua matéria de capa a publicação apresentou o nosso continente como uma janela de oportunidades para a inovação. Mas apesar desse reconhecimento, ainda precisamos trabalhar muito para realmente conseguirmos usar essas oportunidades em benefício da sociedade", disse.</P>
<P>O presidente da SBPC, Marco Antônio Raupp, disse na ocasião que o incentivo à inovação tecnológica a nível municipal passa, entre outras questões, pelo convencimento de toda a sociedade da importância da destinação de recursos públicos em atividades de pesquisa.</P>
<P>"E esse é um dos objetivos das reuniões regionais da SBPC: buscar novos desdobramentos das economias locais e congregar os interesses municipais a partir das atividades de inovação, de modo que o cidadão comum realmente entenda o valor que a ciência e a tecnologia podem ter em seu cotidiano", afirmou.</P>
<P><FONT size=1>(Thiago Romero, da Assessoria de Imprensa da SBPC)</FONT></P>