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UFMG participa de expedição de ciências humanas na Antártica
15/01/2010
http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=68459<br>
Instituição vai representar o Brasil no grupo que colherá amostras de sítios arqueológicos na região<BR><BR>
<P>A equipe de cinco pesquisadores, coordenada pelo professor Andrés Zarankin, do Departamento de Sociologia e Antropologia da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (Fafich), deverá ficar desta sexta-feira, 15 de janeiro, até 20 de fevereiro no continente mais gelado do planeta.</P>
<P>O projeto internacional "Paisagens em branco, arqueologia histórica na Antártica" conta também com a participação do Chile e Argentina e recursos do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O projeto integra a 28ª expedição do Programa Antártico Brasileiro (Proantar).</P>
<P>Segundo o professor Zarankin, que há quatro anos leciona na UFMG, suas pesquisas começaram há 15 anos, quando fazia parte do Conselho Nacional de Investigações Científicas e Técnicas (Conicet), na Argentina. "Batalhei para trazer o projeto para a Universidade e agora, pelo Laboratório de Arqueologia da UFMG, conto com a participação do professor Carlos Magno Guimarães, dos alunos do mestrado Fernando Soltys e Sarah Hissa, além de Ximena Suarez Villagran, aluna de doutorado da Universidade de São Paulo (USP)", salienta o professor.</P>
<P>Após atraso de dez dias para início das pesquisas por causa de problemas mecânicos ocorridos no navio da Marinha brasileira, o Navio de Apoio Oceanográfico (NapOc) Ary Rongel, a equipe do professor Zarankin dará continuidade à coleta de amostras nos sítios arqueológicos das ilhas Shetland do Sul.</P>
<P>"Vamos colher amostras dos sítios arqueológicos de um dos espaços mais misteriosos da superfície terrestre, descoberto apenas no final do século XVIII e início do XIX, para tentarmos encontrar vestígios de pessoas comuns na história, como os caçadores de focas e baleias que lá estiveram", relata Zankarin.</P>
<P>As amostras coletadas serão trazidas para o Laboratório de Arqueologia da UFMG, que recebeu cerca de R$ 240 mil em investimentos do CNPq.</P>
<P>A equipe, que passou por treinamento obrigatório realizado pela Marinha brasileira, ficará acampada em barraca, onde a temperatura do verão na Antártica varia entre zero e 15 graus negativos. Um alpinista acompanhará a equipe para dar maior suporte.</P>
<P>Proantar</P>
<P>Desde 1982 o Brasil desenvolve um programa de pesquisas científicas, que recebeu R$ 15 milhões do Governo Federal em 2009. Dessa forma, o país garante participação no processo decisório relativo ao futuro do Continente Antártico, região gelada com 14 milhões de km², situada a 550 milhas marítimas do sul da América do Sul e que tem enorme influência sobre o clima e o regime dos mares brasileiros.</P>
<P><FONT size=1>(Informações da Assessoria de imprensa da UFMG)</FONT></P>
<P><A href="http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=68459"><FONT size=1>http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=68459</FONT></A></P>
<P>A equipe de cinco pesquisadores, coordenada pelo professor Andrés Zarankin, do Departamento de Sociologia e Antropologia da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (Fafich), deverá ficar desta sexta-feira, 15 de janeiro, até 20 de fevereiro no continente mais gelado do planeta.</P>
<P>O projeto internacional "Paisagens em branco, arqueologia histórica na Antártica" conta também com a participação do Chile e Argentina e recursos do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O projeto integra a 28ª expedição do Programa Antártico Brasileiro (Proantar).</P>
<P>Segundo o professor Zarankin, que há quatro anos leciona na UFMG, suas pesquisas começaram há 15 anos, quando fazia parte do Conselho Nacional de Investigações Científicas e Técnicas (Conicet), na Argentina. "Batalhei para trazer o projeto para a Universidade e agora, pelo Laboratório de Arqueologia da UFMG, conto com a participação do professor Carlos Magno Guimarães, dos alunos do mestrado Fernando Soltys e Sarah Hissa, além de Ximena Suarez Villagran, aluna de doutorado da Universidade de São Paulo (USP)", salienta o professor.</P>
<P>Após atraso de dez dias para início das pesquisas por causa de problemas mecânicos ocorridos no navio da Marinha brasileira, o Navio de Apoio Oceanográfico (NapOc) Ary Rongel, a equipe do professor Zarankin dará continuidade à coleta de amostras nos sítios arqueológicos das ilhas Shetland do Sul.</P>
<P>"Vamos colher amostras dos sítios arqueológicos de um dos espaços mais misteriosos da superfície terrestre, descoberto apenas no final do século XVIII e início do XIX, para tentarmos encontrar vestígios de pessoas comuns na história, como os caçadores de focas e baleias que lá estiveram", relata Zankarin.</P>
<P>As amostras coletadas serão trazidas para o Laboratório de Arqueologia da UFMG, que recebeu cerca de R$ 240 mil em investimentos do CNPq.</P>
<P>A equipe, que passou por treinamento obrigatório realizado pela Marinha brasileira, ficará acampada em barraca, onde a temperatura do verão na Antártica varia entre zero e 15 graus negativos. Um alpinista acompanhará a equipe para dar maior suporte.</P>
<P>Proantar</P>
<P>Desde 1982 o Brasil desenvolve um programa de pesquisas científicas, que recebeu R$ 15 milhões do Governo Federal em 2009. Dessa forma, o país garante participação no processo decisório relativo ao futuro do Continente Antártico, região gelada com 14 milhões de km², situada a 550 milhas marítimas do sul da América do Sul e que tem enorme influência sobre o clima e o regime dos mares brasileiros.</P>
<P><FONT size=1>(Informações da Assessoria de imprensa da UFMG)</FONT></P>
<P><A href="http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=68459"><FONT size=1>http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=68459</FONT></A></P>