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IA joga luz sobre como avaliações são ruins, diz presidente do comitê de educação da OCDE
29/09/2026
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Charles Fadel defende reformulação de currículos e afirma que escola deve ensinar aluno a usar tecnologia sem deixar de pensar. Para professor de Harvard, adaptação e capacidade de aprender continuamente são o mais importante em um mercado de trabalho transformado
A inteligência artificial avança em uma velocidade que os sistemas educacionais têm dificuldade para acompanhar. Para o professor francês Charles Fadel, o problema não está apenas em ensinar estudantes a usar novas ferramentas, mas em repensar o que a escola considera importante ensinar.
Fadel, que é professor e fundador do CCR (Centro para a Reformulação Curricular, em português) da escola de pós-graduação da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, e presidente do comitê de educação da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), defende modernizar o currículo para abrir espaço a áreas como tecnologia, estatística, engenharia, ciências sociais e empreendedorismo, sem abandonar os conhecimentos básicos.
O especialista afirma que a mudança também precisa chegar às avaliações, que deveriam cobrar mais a capacidade de formular perguntas, analisar respostas e refletir sobre o próprio processo de aprendizagem.
Veja o texto na íntegra: Folha de S.Paulo
O Grupo Folha não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.
A inteligência artificial avança em uma velocidade que os sistemas educacionais têm dificuldade para acompanhar. Para o professor francês Charles Fadel, o problema não está apenas em ensinar estudantes a usar novas ferramentas, mas em repensar o que a escola considera importante ensinar.
Fadel, que é professor e fundador do CCR (Centro para a Reformulação Curricular, em português) da escola de pós-graduação da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, e presidente do comitê de educação da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), defende modernizar o currículo para abrir espaço a áreas como tecnologia, estatística, engenharia, ciências sociais e empreendedorismo, sem abandonar os conhecimentos básicos.
O especialista afirma que a mudança também precisa chegar às avaliações, que deveriam cobrar mais a capacidade de formular perguntas, analisar respostas e refletir sobre o próprio processo de aprendizagem.
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