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Pretos, pardos e indígenas representam 4% dos professores da USP; topo da carreira tem menos diversidade

17/09/2026 http://www.jornaldaciencia.org.br/edicoes/?url=http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br
Gestão do reitor Aluísio Segurado diz discutir ajustes para aprimorar a política afirmativa; nos últimos concursos, cita percentual de aprovados de 14,8%. Dado tem crescido nos últimos anos, mas entre 1.091 docentes titulares só há cinco que se declararam pretos em 2025

A USP tem apenas cinco professores que se declaram pretos entre os 1.091 que chegaram ao topo da carreira acadêmica. Outros dez se declaram pardos e um, indígena. Juntos, os três grupos representam 1,5% dos docentes titulares da universidade.

No conjunto dos 5.482 docentes (entre titulares, associados e doutores), a instituição contabiliza 62 pretos, 167 pardos e cinco indígenas, equivalentes a 4,3% do quadro.

Os dados levantados constam do Anuário Estatístico da USP e são referentes a 2025.

Pretos, pardos e indígenas são 6,3% dos professores doutores, primeiro nível da carreira, 3,6% dos associados e 1,5% dos titulares. Entre estes últimos, 1.024, ou 93,9%, se declaram brancos.

A universidade afirmou à Folha que, nos últimos concursos realizados, o percentual de docentes pretos e pardos aprovados foi de 14,8%. A gestão do reitor Aluísio Segurado também informou estar discutindo ajustes e melhorias para aprimorar sua política afirmativa.

Veja o texto na íntegra: Folha de S. Paulo

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