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Lei de Santa Catarina que veta cotas raciais começa a ser julgada no STF na sexta-feira
09/04/2026
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Estudo do Cedra mostra que desigualdade racial não teve avanço significativo nos últimos 11 anos
O julgamento do plenário virtual sobre a lei de Santa Catarina que suspende as cotas raciais nas universidades públicas, privadas e comunitárias que recebem recursos do estado começa na sexta-feira (dia 10) e irá até o dia 17. A lei, aprovada pela Assembleia Legislativa e sancionada pelo governador Jorginho Mello, está suspensa por uma decisão do Tribunal de Justiça estadual, em resposta a uma ação impetrada pelo advogado Rodrigo Sartoti, que representa o PSOL, a UNE e a Educafro.
Apesar dos argumentos do governo do estado, um estudo do Centro de Estudos e Dados sobre Desigualdades Raciais (Cedra) mostra que, nos últimos 11 anos, não houve mudança significativa nas desigualdades entre brancos e negros. E o pouco avanço que aconteceu foi decorrente das cotas raciais. Para a entidade, diante desse cenário, “a restrição de políticas de equidade racial tende a aprofundar essas disparidades, dificultando ainda mais o acesso da população negra à educação superior e a posições mais qualificadas no mercado de trabalho”.
Veja o texto na íntegra: O Globo
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O julgamento do plenário virtual sobre a lei de Santa Catarina que suspende as cotas raciais nas universidades públicas, privadas e comunitárias que recebem recursos do estado começa na sexta-feira (dia 10) e irá até o dia 17. A lei, aprovada pela Assembleia Legislativa e sancionada pelo governador Jorginho Mello, está suspensa por uma decisão do Tribunal de Justiça estadual, em resposta a uma ação impetrada pelo advogado Rodrigo Sartoti, que representa o PSOL, a UNE e a Educafro.
Apesar dos argumentos do governo do estado, um estudo do Centro de Estudos e Dados sobre Desigualdades Raciais (Cedra) mostra que, nos últimos 11 anos, não houve mudança significativa nas desigualdades entre brancos e negros. E o pouco avanço que aconteceu foi decorrente das cotas raciais. Para a entidade, diante desse cenário, “a restrição de políticas de equidade racial tende a aprofundar essas disparidades, dificultando ainda mais o acesso da população negra à educação superior e a posições mais qualificadas no mercado de trabalho”.
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