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Ações afirmativas para pós-graduação promovem diversidade, mas desafiam federais
09/02/2026
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Dificuldades enfrentadas incluem acolhimento de alunos com deficiência. Permanência de estudantes que precisam de auxílio financeiro é outro entrave
Desde novembro de 2023, a Lei de Cotas (lei federal n° 12.711/2012), que estabeleceu ações afirmativas para ingresso em cursos de graduação de universidades federais, determina a adoção de medidas semelhantes pelos programas de pós-graduação stricto sensu dessas instituições.
Segundo Anna Venturini, criadora do Observatório de Ações Afirmativas na Pós-Graduação (Obaap), a lei ajuda a reduzir assimetrias historicamente presentes nos mais altos níveis universitários. “Os talentos não estão concentrados em uma classe social, gênero ou grupo racial”, explica.
No entanto, dados sobre a composição dos corpos discentes nos programas de pós-graduação ainda não foram reunidos e compilados. A expectativa é que o censo da pós-graduação, realizado pela Capes, traga essa informação ainda este ano.
Wilson Flores, pró-reitor de pós-graduação da Universidade Federal de Goiás (UFG), a segunda universidade pública a implementar ações afirmativas na pós-graduação, ainda em 2015, relata que, com corpos discentes mais diversos, “o modo como o conhecimento é concebido se tornou mais plural”.
Veja o texto na íntegra: Folha de S. Paulo
O Grupo Folha não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.
Desde novembro de 2023, a Lei de Cotas (lei federal n° 12.711/2012), que estabeleceu ações afirmativas para ingresso em cursos de graduação de universidades federais, determina a adoção de medidas semelhantes pelos programas de pós-graduação stricto sensu dessas instituições.
Segundo Anna Venturini, criadora do Observatório de Ações Afirmativas na Pós-Graduação (Obaap), a lei ajuda a reduzir assimetrias historicamente presentes nos mais altos níveis universitários. “Os talentos não estão concentrados em uma classe social, gênero ou grupo racial”, explica.
No entanto, dados sobre a composição dos corpos discentes nos programas de pós-graduação ainda não foram reunidos e compilados. A expectativa é que o censo da pós-graduação, realizado pela Capes, traga essa informação ainda este ano.
Wilson Flores, pró-reitor de pós-graduação da Universidade Federal de Goiás (UFG), a segunda universidade pública a implementar ações afirmativas na pós-graduação, ainda em 2015, relata que, com corpos discentes mais diversos, “o modo como o conhecimento é concebido se tornou mais plural”.
Veja o texto na íntegra: Folha de S. Paulo
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