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É cruel deixar aluno 4 horas em aula expositiva no mundo de hoje, diz candidata a reitora da USP
15/10/2025
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Ana Lanna, ex-diretora da FAU, acredita que são necessárias mudanças nas formas de ensinar; propõe reforço para calouros e fala de maior dificuldade de se ampliar políticas de inclusão
Uma das responsáveis pelas políticas mais recentes de inclusão e diversidade da Universidade de São Paulo (USP), como as cotas para contratar professores negros, Ana Lucia Duarte Lanna, acredita que agora o momento exige cuidado, mas sem retrocesso. “Há crítica mais forte, resistência maior à implementação, continuidade e consolidação dessas políticas do que há cinco anos. Por isso, é tão importante produzir dados e reflexão sólida sobre o impacto. Apesar do momento desafiador, há respostas e indicadores positivos”, diz em entrevista ao Estadão a ex-diretora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU), candidata a reitora nas eleições deste ano.
Graduada em Ciências Sociais, com mestrado e doutorado em História, Ana foi a primeira pró-reitora de Diversidade e Inclusão da universidade, cargo criado pela atual gestão de Carlos Gilberto Carlotti Junior. Ela diz se emocionar com resultados que mostram que o desempenho dos alunos beneficiados por essas políticas não são inferiores aos dos outros alunos. A evasão desse grupo, segundo ela, também é muito mais baixa, de no máximo 2%.
Veja o texto na integra: Estadão
O Estado de S. Paulo não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.
Uma das responsáveis pelas políticas mais recentes de inclusão e diversidade da Universidade de São Paulo (USP), como as cotas para contratar professores negros, Ana Lucia Duarte Lanna, acredita que agora o momento exige cuidado, mas sem retrocesso. “Há crítica mais forte, resistência maior à implementação, continuidade e consolidação dessas políticas do que há cinco anos. Por isso, é tão importante produzir dados e reflexão sólida sobre o impacto. Apesar do momento desafiador, há respostas e indicadores positivos”, diz em entrevista ao Estadão a ex-diretora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU), candidata a reitora nas eleições deste ano.
Graduada em Ciências Sociais, com mestrado e doutorado em História, Ana foi a primeira pró-reitora de Diversidade e Inclusão da universidade, cargo criado pela atual gestão de Carlos Gilberto Carlotti Junior. Ela diz se emocionar com resultados que mostram que o desempenho dos alunos beneficiados por essas políticas não são inferiores aos dos outros alunos. A evasão desse grupo, segundo ela, também é muito mais baixa, de no máximo 2%.
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