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Pesquisa mostra que 79% dos alunos no final do ensino médio sofrem algum sintoma de depressão ou ansiedade
08/10/2025
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Levantamento do Instituto Ayrton Senna aponta ainda que 20,4% indicam que tem se sentido bastante ou totalmente infelizes ou deprimidos
Uma pesquisa realizada em cinco estados brasileiros — um de cada região do país — aponta que 79% dos alunos consultados apresentam um ou mais sintomas de depressão e ansiedade e 20,4% indicam que tem se sentido bastante ou totalmente infelizes ou deprimidos. O estudo é realizado pelo Instituto Ayrton Senna em parceria com o Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação (CAEd), da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).
Os dados apontam ainda que 38,9% relataram que tem se sentido bastante ou totalmente esgotados ou sob pressão; 33,9% dos entrevistados revelam ter perdido o sono por causa de preocupações; 22,1% indicam que tem perdido bastante ou totalmente a confiança em si mesmo; 22% indicam que tem se sentido bastante ou totalmente incapaz de superar as suas dificuldades; e 7,9% relataram que não estão conseguindo se concentrar em suas tarefas nem um pouco.
— Todos esses relatos nos contam sobre desgastes emocionais. São números que preocupam e que precisamos avaliar com cuidado. Quando falamos de fenômenos complexos, como a saúde mental, falamos que eles são multifatoriais porque eles se conectam com diversos fatores na nossa vida (sem uma causa única) que passa pela nossa relação com a gente mesmo, pelas interações com os outros e pelo contexto em que vivemos, por exemplo — afirma Ana Crispim, Gerente de pesquisa do Instituto Ayrton Senna, doutora em Psicologia pela University of Kent (Reino Unido).
Veja o texto na íntegra: O Globo
O Globo não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.
Uma pesquisa realizada em cinco estados brasileiros — um de cada região do país — aponta que 79% dos alunos consultados apresentam um ou mais sintomas de depressão e ansiedade e 20,4% indicam que tem se sentido bastante ou totalmente infelizes ou deprimidos. O estudo é realizado pelo Instituto Ayrton Senna em parceria com o Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação (CAEd), da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).
Os dados apontam ainda que 38,9% relataram que tem se sentido bastante ou totalmente esgotados ou sob pressão; 33,9% dos entrevistados revelam ter perdido o sono por causa de preocupações; 22,1% indicam que tem perdido bastante ou totalmente a confiança em si mesmo; 22% indicam que tem se sentido bastante ou totalmente incapaz de superar as suas dificuldades; e 7,9% relataram que não estão conseguindo se concentrar em suas tarefas nem um pouco.
— Todos esses relatos nos contam sobre desgastes emocionais. São números que preocupam e que precisamos avaliar com cuidado. Quando falamos de fenômenos complexos, como a saúde mental, falamos que eles são multifatoriais porque eles se conectam com diversos fatores na nossa vida (sem uma causa única) que passa pela nossa relação com a gente mesmo, pelas interações com os outros e pelo contexto em que vivemos, por exemplo — afirma Ana Crispim, Gerente de pesquisa do Instituto Ayrton Senna, doutora em Psicologia pela University of Kent (Reino Unido).
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